{"id":50058442,"date":"2022-09-19T12:00:30","date_gmt":"2022-09-19T11:00:30","guid":{"rendered":"https:\/\/stage.dialogochino.net\/?p=58442"},"modified":"2024-06-07T12:59:19","modified_gmt":"2024-06-07T11:59:19","slug":"58442-por-que-a-pecuaria-se-tornou-a-atividade-economica-que-mais-desmata-a-amazonia","status":"publish","type":"podcast","link":"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/nao-categorizado\/58442-por-que-a-pecuaria-se-tornou-a-atividade-economica-que-mais-desmata-a-amazonia\/","title":{"rendered":"Por que a pecu\u00e1ria \u00e9 a atividade que mais desmata a Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n<p><iframe loading=\"lazy\" style=\"border-radius: 12px;\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/76vHj9XTlgJ0OpsAs42maq?si=a1eb66b8683d4974&amp;nd=1;theme=0\" width=\"100%\" height=\"232\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><span data-mce-type=\"bookmark\" style=\"display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;\" class=\"mce_SELRES_start\"><\/span><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Guarant\u00e3 do Norte \u00e9 um munic\u00edpio rural ao norte de Mato Grosso que tem 36 mil habitantes e 245 mil cabe\u00e7as de gado, <\/span><a href=\"https:\/\/cidades.ibge.gov.br\/brasil\/mt\/guaranta-do-norte\/pesquisa\/24\/27745\"><span style=\"font-weight: 400;\">segundo o IBGE<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Com seis bois para cada morador, as pastagens j\u00e1 tomaram <\/span><a href=\"https:\/\/plataforma.brasil.mapbiomas.org\/?activeBaseMap=9&amp;layersOpacity=70&amp;activeModule=coverage&amp;activeModuleContent=coverage%3Acoverage_main&amp;activeYear=2021&amp;mapPosition=-9.780314%2C-54.622285%2C11&amp;timelineLimitsRange=1985%2C2021&amp;baseParams[territoryType]=4&amp;baseParams[territory]=5266&amp;baseParams[territories]=5266%3BGuarant%C3%A3%20do%20Norte%20%28MT%29%3B4%3BMunic%C3%ADpio%3B-10.055279838999951%3B-55.13777308999998%3B-9.505120119000008%3B-54.10679651799992&amp;baseParams[activeClassesLevelsListItems]=1%2C7%2C8%2C9%2C10%2C2%2C11%2C12%2C13%2C14%2C15%2C16%2C3%2C17%2C18%2C27%2C37%2C38%2C39%2C40%2C41%2C28%2C42%2C43%2C44%2C19%2C20%2C4%2C21%2C22%2C23%2C24%2C5%2C25%2C26%2C6\"><span style=\"font-weight: 400;\">quase metade<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> da cidade fundada h\u00e1 40 anos por imigrantes que atenderam ao chamado do governo militar para ocupar a Amaz\u00f4nia.\u00a0<\/span><\/p>\n<div class='block--pullout-stat block--pullout-stat--float cd-shortcode--factbox'>\n                <p class='block--pullout-stat__title'><strong>Ou\u00e7a agora<\/strong><\/p>\n                <div class='block--pullout-stat__content'>\n                    <br \/>Este artigo \u00e9 um resumo do segundo epis\u00f3dio de Amaz\u00f4nia Ocupada, uma nova s\u00e9rie de podcast do <em>Di\u00e1logo Chino<\/em>.<br \/>\n                <\/div>\n            <\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vista do alto, Guarant\u00e3 seria como um mosaico bem dividido entre verde e marrom: floresta nativa e campos desmatados. Com o tempo, a tend\u00eancia \u00e9 que ele siga o caminho de munic\u00edpios rurais mais ao sul do estado, onde a ocupa\u00e7\u00e3o e a explora\u00e7\u00e3o come\u00e7aram alguns anos antes \u2014 como em Sinop, o <\/span><a href=\"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/mudanca-climatica-e-energia-pt-br\/57158-da-floresta-a-fabrica-como-a-amazonia-se-tornou-um-polo-global-de-exportacoes-agricolas\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">epicentro<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> da soja brasileira, que tem pouco mais de um ter\u00e7o de sua cobertura florestal original.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ambas as cidades surgiram \u00e0s margens da BR-163, uma rodovia que corta o pa\u00eds de norte a sul. A estrada, constru\u00edda pelos militares para incentivar a coloniza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o, se tornou um eixo vi\u00e1rio fundamental na distribui\u00e7\u00e3o de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">commodities<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> agr\u00edcolas para o Brasil e o mercado externo. Ela funciona como a b\u00fassola da fronteira agr\u00edcola que foi abrindo caminhos rumo ao norte pela floresta tropical.<div class='cdo-shortcode--image'><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_58480\" aria-describedby=\"caption-attachment-58480\" style=\"width: 2000px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-58480\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2022\/09\/IMG_5939-scaled.jpg\" alt=\"Pastagem com gado em Guarant\u00e3 do Norte, no Mato Grosso, onde h\u00e1 seis bois para cada morador (Felipe Betim \/ Di\u00e1logo Chino)\" width=\"2000\" height=\"1205\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-58480\" class=\"wp-caption-text\">Pastagem com gado em Guarant\u00e3 do Norte, em Mato Grosso, onde h\u00e1 seis bois para cada morador (Felipe Betim \/ Di\u00e1logo Chino)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><\/div>Esse avan\u00e7o pela mata nativa tem sido impulsionado, principalmente, pela pecu\u00e1ria. Em 2021, a cria\u00e7\u00e3o de gado impulsionou sozinha 75% do desmatamento em terras p\u00fablicas, segundo um <\/span><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/neco\/a\/jZHjd9B8ZghY7tG9G7qchTk\/?lang=pt\"><span style=\"font-weight: 400;\">estudo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia, o Ipam.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essas terras s\u00e3o aquelas sem status de prote\u00e7\u00e3o legal, como um territ\u00f3rio ind\u00edgena, ou que n\u00e3o foram destinadas a um assentamento rural, por exemplo. Assim, elas se tornam os principais alvos do desmatamento ilegal da Amaz\u00f4nia, especialmente onde a fronteira agr\u00edcola avan\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;A \u00e1rea \u00e9 desmatada, os resqu\u00edcios dessa floresta s\u00e3o queimados, e a\u00ed tem todo um tratamento daquele solo para poder dar vaz\u00e3o \u00e0 cultura do capim para o gado. E a\u00ed o gado entra&#8221;, explica Jefferson Almeida, advogado e pesquisador-assistente do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon). &#8220;O gado entra, e a tend\u00eancia \u00e9 cada vez mais avan\u00e7ar para \u00e1reas que tem floresta ainda. E com isso esse ciclo \u00e9 cont\u00ednuo, n\u00e9? A gente v\u00ea num <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">looping<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> de desmatamento para colocar boi&#8221;.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pecu\u00e1ria, e seu desenvolvimento at\u00e9 se tornar o principal motor do desmatamento do bioma, \u00e9 explicado no segundo epis\u00f3dio, lan\u00e7ado nesta segunda-feira (19), do podcast <\/span><b>Amaz\u00f4nia Ocupada<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, uma produ\u00e7\u00e3o do <\/span><a href=\"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Di\u00e1logo Chino<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> com a Trov\u00e3o M\u00eddia. Em cinco epis\u00f3dios, mostramos como a maior e mais famosa floresta do mundo foi colonizada visando \u00e0 explora\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A segunda parada do podcast, portanto, \u00e9 Guarant\u00e3 do Norte, onde a atividade-chefe \u00e9 a pecu\u00e1ria de corte e leiteira. L\u00e1, o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra) dividiu o territ\u00f3rio em pequenos lotes no in\u00edcio dos anos 1980, com a ideia de acomodar pequenos agricultores e suas fam\u00edlias para impulsionar a agricultura familiar.<div class='cdo-shortcode--image'><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_58483\" aria-describedby=\"caption-attachment-58483\" style=\"width: 2000px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-58483 size-full\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2022\/09\/IMG_5988-scaled.jpg\" alt=\"Edemar Sehn, pecuarista em Guarant\u00e3: 'Demorou uns 20 anos at\u00e9 que trouxessem a documenta\u00e7\u00e3o' (Felipe Betim \/ Di\u00e1logo Chino)\" width=\"2000\" height=\"1333\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-58483\" class=\"wp-caption-text\">Edemar Sehn, pecuarista em Guarant\u00e3: 'Demorou uns 20 anos at\u00e9 que trouxessem a documenta\u00e7\u00e3o' (Felipe Betim \/ Di\u00e1logo Chino)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><\/div>No entanto, o projeto de reforma agr\u00e1ria ficou pela metade e deixou um legado de falta de regulamenta\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria. Muitas fam\u00edlias dali <\/span><a href=\"https:\/\/imazon.org.br\/content\/uploads\/2021\/04\/10FatosRegularizacaoFundiaria.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o t\u00eam o t\u00edtulo definitivo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> das propriedades rurais, e algumas demoraram d\u00e9cadas para obt\u00ea-lo. &#8220;S\u00e3o 40 anos que n\u00f3s estamos por aqui, mas demorou uns 20 anos at\u00e9 que trouxessem a documenta\u00e7\u00e3o&#8221;, diz o pecuarista Edemar Sehn, morador de Guarant\u00e3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Se por um lado, a falta de t\u00edtulos provoca inseguran\u00e7a jur\u00eddica e conflitos locais, por outro, ela tamb\u00e9m \u00e9 um fator que explica a expans\u00e3o prof\u00edcua da pecu\u00e1ria pela Amaz\u00f4nia: as terras s\u00e3o mais baratas e acess\u00edveis, ainda que ilegais. O risco, para muitos, vale a pena.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Isso porque a cadeia produtiva da pecu\u00e1ria \u00e9 ampla e diversificada, e os abatedouros n\u00e3o conseguem controlar todos seus fornecedores. Em regi\u00f5es n\u00e3o muito longe de Guarant\u00e3, grileiros invadem \u00e1reas de conserva\u00e7\u00e3o, desmatam a terra e, para driblar a fiscaliza\u00e7\u00e3o, transferem cabe\u00e7as de gado para uma terra legalizada. Essa estrat\u00e9gia ganhou o nome de <\/span><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/jornal-nacional\/noticia\/2022\/05\/31\/icmbio-apreende-mais-de-mil-cabecas-de-gado-em-unidade-de-conservacao-no-para.ghtml\"><span style=\"font-weight: 400;\">lavagem ou esquentamento de gado<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;O pequeno vende o seu gado para um atravessador, que vai comprando de todo mundo para vender para um frigor\u00edfico&#8221;, explica Valter Neves de Moura, vereador de Guarant\u00e3 do Norte e militante do movimento sindical de agricultores familiares.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Assim, mesmo que o gado tenha sido criado em \u00e1reas com uma situa\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria irregular ou at\u00e9 com desmatamento ilegal, ele chega ao abatedouro com um verniz de legalidade, diz Moura: &#8220;[A carne] sai de maneira legal e vai embora [para os mercados]&#8221;.<div class='cdo-shortcode--image'><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_58477\" aria-describedby=\"caption-attachment-58477\" style=\"width: 2000px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-58477\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2022\/09\/IMG_5912-scaled.jpg\" alt=\"Valter Neves de Moura\" width=\"2000\" height=\"1333\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-58477\" class=\"wp-caption-text\">Valter Neves de Moura, vereador e militante em Guarant\u00e3: 'O agroneg\u00f3cio chega e nos expulsa' (Felipe Betim \/ Di\u00e1logo Chino)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><\/div>Ao contr\u00e1rio da soja \u2014 principal produto de exporta\u00e7\u00e3o brasileiro e foco do <\/span><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/7Kr6Poerh5PuIE4Arwvd7R?si=e6cfd63fb6af4ddf\"><span style=\"font-weight: 400;\">primeiro epis\u00f3dio<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> do<\/span><b> podcast <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014, a pecu\u00e1ria requer menos mecaniza\u00e7\u00e3o e investimentos e, portanto, \u00e9 uma atividade vi\u00e1vel aos pequenos produtores.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;\u00c9 bem mais pr\u00e1tico eu ter gado do que mexer com lavoura&#8221;, resume Lucas Pinheiro, um pequeno pecuarista de Guarant\u00e3. &#8220;Para come\u00e7ar no mercado da lavoura, voc\u00ea tem que ter disponibilizado uns R$ 4 ou 5 milh\u00f5es. Precisa de trator, de colheitadeira\u2026 \u00c9 um investimento bem alto\u2026 Mas com esse dinheiro, voc\u00ea compra mais um peda\u00e7o bom de terra e p\u00f5e mais cabe\u00e7a de gado em cima&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pinheiro diz ainda que o retorno da pecu\u00e1ria \u00e9 mais garantido, seja com a venda do leite ou do gado para o frigor\u00edfico.\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_58531\" aria-describedby=\"caption-attachment-58531\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/mudanca-climatica-e-energia-pt-br\/57158-da-floresta-a-fabrica-como-a-amazonia-se-tornou-um-polo-global-de-exportacoes-agricolas\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-58531\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2022\/09\/01.png\" alt=\"Primeiro epis\u00f3dio do podcast Amaz\u00f4nia Ocupada, uma s\u00e9rie em cinco partes produzida pelo Di\u00e1logo Chino (Lucas Gomes \/ Di\u00e1logo Chino)\" width=\"300\" height=\"150\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-58531\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Leia o primeiro cap\u00edtulo da s\u00e9rie: <a href=\"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/mudanca-climatica-e-energia-pt-br\/57158-da-floresta-a-fabrica-como-a-amazonia-se-tornou-um-polo-global-de-exportacoes-agricolas\/\">Como a Amaz\u00f4nia se tornou um polo global de exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas<\/a><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa situa\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel, no entanto, pode ter prazo de validade. Assim como outros munic\u00edpios da fronteira agr\u00edcola da Amaz\u00f4nia, a terra come\u00e7a a ser disputada, os pre\u00e7os aumentam, e a especula\u00e7\u00e3o empurra os pequenos produtores rumo ao norte. &#8220;O agroneg\u00f3cio chega e nos expulsa. Ele vai comprando, comprando, comprando, n\u00e3o tem como algu\u00e9m ficar sozinho l\u00e1 junto com ele&#8221;, diz Moura.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa expans\u00e3o atinge n\u00e3o s\u00f3 os pequenos agricultores e pecuaristas como tamb\u00e9m aqueles que t\u00eam seus territ\u00f3rios protegidos por lei: os ind\u00edgenas que vivem na Terra Ind\u00edgena Panar\u00e1, no limite do munic\u00edpio. &#8220;Hoje a gente est\u00e1 enfrentando dificuldade com fazendeiro encostando na terra ind\u00edgena&#8221;, conta Krekreans\u00e3 Panar\u00e1.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Ou\u00e7a <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/76vHj9XTlgJ0OpsAs42maq?si=31cca230b6d34ad2\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">aqui<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\"> o segundo epis\u00f3dio de Amaz\u00f4nia Ocupada, ou ou\u00e7a na <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/podcasts.apple.com\/us\/podcast\/amazon-occupied\/id1645133461\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Apple<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/music.amazon.com.br\/podcasts\/ee93d912-6195-4312-8ece-46d2f2fa456e\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Amazon<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\"> ou <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/deezer.page.link\/iX6hK3fMyK1NZxDx5\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Deezer<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\">. O terceiro epis\u00f3dio e o artigo que o acompanha ser\u00e3o lan\u00e7ados na quinta-feira (22).<\/span><\/i><\/p>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"position: static !important;\">\u00a0<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De Guarant\u00e3 do Norte, em Mato Grosso, segundo epis\u00f3dio de podcast explica como gado impulsiona a ocupa\u00e7\u00e3o de terras p\u00fablicas na floresta tropical<\/p>\n","protected":false},"featured_media":50058473,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","categories":[18150],"tags":[50003600,50003594,50029727],"country":[50003526],"class_list":["post-50058442","podcast","type-podcast","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category-nao-categorizado","tag-amazonia-pt-br","tag-desmatamento","tag-pecuaria","country-brasil-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.0 (Yoast SEO v26.0) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Por que a pecu\u00e1ria \u00e9 a atividade que mais desmata a Amaz\u00f4nia Amaz\u00f4nia: por que pecu\u00e1ria \u00e9 atividade que mais desmata o bioma<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"De Guarant\u00e3 do Norte, em Mato Grosso, segundo epis\u00f3dio de podcast explica como gado impulsiona a ocupa\u00e7\u00e3o de terras p\u00fablicas na floresta tropical\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, 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