{"id":50011158,"date":"2018-05-22T18:07:09","date_gmt":"2018-05-22T17:07:09","guid":{"rendered":"https:\/\/stage.dialogochino.net\/?p=11158"},"modified":"2023-05-12T16:17:21","modified_gmt":"2023-05-12T15:17:21","slug":"11152-como-alcancar-o-sucesso-da-china-em-eficiencia-energetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/energia\/11152-como-alcancar-o-sucesso-da-china-em-eficiencia-energetica\/","title":{"rendered":"Como alcan\u00e7ar o sucesso da China em efici\u00eancia energ\u00e9tica?"},"content":{"rendered":"<p><em>Com controle e est\u00edmulos governamentais, a China tem obtido enorme sucesso na redu\u00e7\u00e3o da inefici\u00eancia energ\u00e9tica nas ind\u00fastrias. O que economias emergentes, como o Brasil, podem aprender com os chineses?<\/em><\/p>\n<p>O crescimento econ\u00f4mico mete\u00f3rico da China desde o in\u00edcio do s\u00e9culo tem sido acompanhado por impressionantes avan\u00e7os em efici\u00eancia energ\u00e9tica, transformando o pa\u00eds no \u201ccampe\u00e3o mundial dos pesos-pesados\u201d nesse quesito, de acordo com a <a href=\"https:\/\/www.iea.org\/eemr16\/files\/medium-term-energy-efficiency-2016_WEB.PDF\">Ag\u00eancia Internacional de Energia<\/a> (IEA).<\/p>\n<p>Entre 2000 e 2015, a efici\u00eancia energ\u00e9tica chinesa melhorou 30%. Os maiores avan\u00e7os foram registrados na ind\u00fastria \u2013 maior propulsora do crescimento econ\u00f4mico e tamb\u00e9m a maior consumidora de energia. At\u00e9 o Brasil mergulhar na recess\u00e3o, em 2014, suas taxas anuais de crescimento econ\u00f4mico tamb\u00e9m foram altas no per\u00edodo, ainda que n\u00e3o t\u00e3o elevadas quanto as chinesas.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que crescem, as economias tendem a usar cada vez mais energia. Diminuir a intensidade energ\u00e9tica da economia \u2013 isto \u00e9, a quantidade de energia utilizada por milh\u00e3o de d\u00f3lares de PIB gerado \u2013 pode acabar desvinculando as taxas de consumo energ\u00e9tico das de crescimento.<\/p>\n<p>No Brasil, a intensidade energ\u00e9tica da economia tem permanecido notavelmente inalterada desde 1990: menos de 4 terajoules (TJ) de energia por US$1 milh\u00e3o de PIB. De acordo com avalia\u00e7\u00e3o do grupo de pesquisas Climate Transparency, o desenvolvimento dessa quest\u00e3o nos \u00faltimos anos (2009-2014) no Brasil \u00e9 \u201cmuito fraco\u201d.<\/p>\n<p>Em contraste, e gra\u00e7as a uma s\u00e9rie de programas planejados pelo governo central chin\u00eas e lan\u00e7ados nos anos 1990, a China tem visto melhorias constantes em seu desempenho energ\u00e9tico, o que lhe rendeu a classifica\u00e7\u00e3o \u201cmuito boa\u201d na mesma avalia\u00e7\u00e3o. H\u00e1 quase 30 anos, em 1990, a China exigia mais de 20 TJ para cada US$1 milh\u00e3o de PIB gerado, a maior propor\u00e7\u00e3o registrada para o pa\u00eds. Hoje, basta um ter\u00e7o disso.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><div class='cdo-shortcode--image'><\/p>\n<figure id=\"attachment_11171\" aria-describedby=\"caption-attachment-11171\" style=\"width: 1000px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11171 \" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2018\/05\/imageedit_12_9172963328.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"626\"><figcaption id=\"caption-attachment-11171\" class=\"wp-caption-text\">Intensidade energ\u00e9tica da economia da China (1990-2014)<\/figcaption><\/figure>\n<p><\/div><\/p>\n<div class='cdo-shortcode--image'><\/p>\n<p><figure id=\"attachment_11172\" aria-describedby=\"caption-attachment-11172\" style=\"width: 1001px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11172 \" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2018\/05\/imageedit_7_8489684969.jpg\" alt=\"\" width=\"1001\" height=\"650\"><figcaption id=\"caption-attachment-11172\" class=\"wp-caption-text\">Intensidade energ\u00e9tica da economia do Brasil (1990-2014)<\/figcaption><\/figure><\/p>\n<p><\/div>\n<p>Por que essas duas economias \u201cemergentes\u201d tiveram experi\u00eancias t\u00e3o diferentes no que diz respeito ao aumento da efici\u00eancia energ\u00e9tica frente ao crescimento do pa\u00eds? Uma an\u00e1lise mais profunda dos padr\u00f5es de consumo nos dois pa\u00edses, bem como das pol\u00edticas que influenciam esses comportamentos, oferecem algumas pistas importantes para responder a essa quest\u00e3o.<\/p>\n<h2>A ind\u00fastria como fator chave<\/h2>\n<p>O setor industrial na China responde por cerca de <a href=\"http:\/\/www.cec.org.cn\/xinwenpingxi\/2017-07-18\/170965.html\">70% do consumo final de energia<\/a> e, por isso, \u00e9 uma pe\u00e7a cr\u00edtica na mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, j\u00e1 que cerca de <a href=\"https:\/\/www.iea.org\/stats\/WebGraphs\/CHINAREG4.pdf\">85%<\/a> dessa energia \u00e9 gerada via fontes n\u00e3o-renov\u00e1veis. Como acontece em muitos pa\u00edses em desenvolvimento, implantar medidas combinadas para economizar energia e refor\u00e7ar a efici\u00eancia \u00e9 um desafio.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1980, quando o consumo de energia era especialmente alto em setores como siderurgia, refino de petr\u00f3leo e produ\u00e7\u00e3o de coque e produtos qu\u00edmicos, o governo chin\u00eas come\u00e7ou a construir um sistema de melhorias em efici\u00eancia energ\u00e9tica, com not\u00e1vel sucesso.<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.iea.org\/eemr16\/files\/medium-term-energy-efficiency-2016_WEB.PDF\">IEA<\/a> e o principal \u00f3rg\u00e3o de planejamento da China, a <a href=\"http:\/\/epaper.21jingji.com\/html\/2017-02\/16\/content_56245.htm\">Comiss\u00e3o Nacional de Desenvolvimento e Reforma<\/a> (NDRC), <a href=\"http:\/\/www.climate-transparency.org\/content\/uploads\/2017\/07\/B2G2017-China.pdf\">estimam<\/a> que os pa\u00edses do G20 \u2013 que representam 80% do consumo energ\u00e9tico prim\u00e1rio no mundo \u2013 registraram quedas de intensidade energ\u00e9tica de cerca de 1,5% ao ano entre 1990 e 2013.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cA China obteve os impactos mais significativos no aumento da efici\u00eancia energ\u00e9tica,\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>No Brasil, onde a ind\u00fastria tamb\u00e9m \u00e9 o setor que mais consome energia, representando um ter\u00e7o do uso final total, a intensidade energ\u00e9tica <a href=\"http:\/\/www.climate-transparency.org\/content\/uploads\/2017\/07\/B2G2017-China.pdf\">permanece a mesma<\/a> desde 1990. Pouco atr\u00e1s da ind\u00fastria ficam os consumidores residenciais, com 28% (2016), de acordo com o <a href=\"http:\/\/www.epe.gov.br\/sites-pt\/publicacoes-dados-abertos\/publicacoes\/PublicacoesArquivos\/publicacao-160\/topico-168\/Anuario2017vf.pdf\">Anu\u00e1rio Estat\u00edstico de Energia El\u00e9trica 2017<\/a>, publicado pela Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), \u00f3rg\u00e3o de planejamento e pesquisas vinculado ao governo federal. A maior parte das iniciativas em prol da economia de eletricidade t\u00eam focado no consumo dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>O Brasil tem visto um retorno do crescimento econ\u00f4mico, ainda que t\u00edmido, ap\u00f3s mais de dois anos de recess\u00e3o que resultaram numa contra\u00e7\u00e3o agregada de 8%. Com isso, o consumo de energia pelas ind\u00fastrias dever\u00e1 seguir o mesmo rumo, especialmente nas \u00e1reas industriais do sudeste do pa\u00eds, que amargaram a maior queda regional em uso de energia. Em \u00e2mbito nacional, o consumo energ\u00e9tico aumentou 1,3% no ano passado, ap\u00f3s dois anos consecutivos de recuo (6,2% em 2015 e 2,5% em 2016).<\/p>\n<p>O excesso de oferta global de setores com uso intensivo de energia, como a siderurgia, tem significado pre\u00e7os em queda, falta de lucratividade nos setores produtivos e ociosidade de f\u00e1bricas. \u00c0 medida que o Brasil se recupera, o pa\u00eds poderia seguir o exemplo da China, que combateu a capacidade ociosa da ind\u00fastria e ainda \u201cobteve os impactos mais significativos no aumento da efici\u00eancia energ\u00e9tica\u201d, diz Dai Yande, chefe do Instituto de Pesquisa Energ\u00e9tica (ERI) da NDRC.<\/p>\n<p>Boa parte do sucesso chin\u00eas est\u00e1 fortemente ligado \u00e0s particularidades dos sistemas pol\u00edticos e de governan\u00e7a do pa\u00eds. Ainda assim, a experi\u00eancia chinesa revela maneiras de se obter avan\u00e7os ao se criar um programa ambicioso de \u201cupgrades\u201d industriais, priorizando o desenvolvimento de setores com maior valor agregado e retirando investimentos de setores de ind\u00fastria pesada com uso intensivo de energia.<\/p>\n<h2>China: A diferen\u00e7a entre administrar e promover<\/h2>\n<p>O sistema chin\u00eas para administrar a redu\u00e7\u00e3o do uso de energia passou por dois est\u00e1gios e agora est\u00e1 a caminho de uma terceira fase, de acordo com a <a href=\"http:\/\/www.efchina.org\/Reports-zh\/report-cip-20170531-zh\">ERI <\/a>.<\/p>\n<p>O primeiro est\u00e1gio se deu entre 1981 e 1997, quando a China registrava apenas um s\u00e9timo da produ\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica de hoje. As campanhas governamentais em prol da economia de energia el\u00e9trica tinham como objetivo aliviar a escassez desse recurso por meio de um planejamento que abrangia todos os aspectos \u2013 grandes e pequenos \u2013 relacionados ao n\u00edvel de uso de energia nas empresas.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo, foram estabelecidos mecanismos de distribui\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o decotas de consumo para empresas estatais, as principais usu\u00e1rias de energia da \u00e9poca. As medidas eram implantadas por meio de ordens governamentais que limitavam rigorosamente o uso de energia pelas empresas. O consumo foi controlado e, onde poss\u00edvel, reduzido.<\/p>\n<p>A segunda etapa come\u00e7ou em 1997, quando entrou em vigor a <em>Lei de Conserva\u00e7\u00e3o de Energia<\/em>. Com a nova legisla\u00e7\u00e3o, o estado se tornou respons\u00e1vel por estabelecer padr\u00f5es de efici\u00eancia energ\u00e9tica, cujo cumprimento era obrigat\u00f3rio para novas empresas. A partir desse momento, as estatais n\u00e3o seriam mais as \u00fanicas obrigadas pelo governo a implantar medidas para economizar energia \u2013 isso se tornou uma responsabilidade legal de todas as empresas. O Comit\u00ea Central, alto do Partido Comunista chin\u00eas, aprovou a conserva\u00e7\u00e3o de recursos como pol\u00edtica nacional b\u00e1sica.<\/p>\n<p>As <em>Medidas Administrativas para Conserva\u00e7\u00e3o de Energia nos Principais Consumidores de Energia<\/em>, publicadas em 1999, apresentaram regras mais detalhadas para empresas com consumo energ\u00e9tico anual maior do que o equivalente a 10.000 toneladas de carv\u00e3o-padr\u00e3o. Foi necess\u00e1rio, por exemplo, criar um cargo de gerenciamento de energia, respons\u00e1vel por fiscalizar o consumo, dentro das empresas. Somente eram qualificados para a fun\u00e7\u00e3o os engenheiros com tr\u00eas anos de experi\u00eancia em atividades relacionadas \u00e0 economia de energia.<\/p>\n<p>O governo chin\u00eas tamb\u00e9m passou a oferecer fartos subs\u00eddios para incentivar a implanta\u00e7\u00e3o de medidas de economia energ\u00e9tica, reduzindo o custo econ\u00f4mico para as empresas e, assim, promovendo o uso de equipamentos e tecnologias com menor consumo. A essa altura, j\u00e1 havia se formado um s\u00f3lido sistema de administra\u00e7\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o de consumo energ\u00e9tico nas empresas chinesas.<\/p>\n<p>A terceira e mais recente etapa da redu\u00e7\u00e3o do uso de energia na China se iniciou com as novas metas ambientais apresentadas no 11\u00ba e 12\u00ba Plano Quinquenal (PQ) para o desenvolvimento do pa\u00eds, abrangendo os per\u00edodos de 2006-2011 e 2011-2015, respectivamente. O per\u00edodo de abrang\u00eancia do 13\u00ba PQ, iniciado em 2016, d\u00e1 continuidade ao legado por meio de um \u2018Plano de A\u00e7\u00e3o para Conserva\u00e7\u00e3o de Energia\u2019, publicado conjuntamente por 12 minist\u00e9rios, entre eles o NDRC, o Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o (MIIT), o Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia (MOST) e o Minist\u00e9rio da Fazenda (MOF).<\/p>\n<h2>Metas nacionais mais rigorosas<\/h2>\n<p>As metas nacionais de consumo energ\u00e9tico da China se tornaram cada vez mais ambiciosas conforme os esfor\u00e7os pela economia de energia se intensificaram.<\/p>\n<p>Em 2006, foi estabelecida uma meta de reduzir a intensidade energ\u00e9tica em 20% ao longo do per\u00edodo do 11\u00ba PQ, que destacou a necessidade de um modelo mais sustent\u00e1vel de desenvolvimento em contraste com o modelo de \u201criqueza primeiro\u201d, r\u00e1pido e pouco igualit\u00e1rio, que dominou o pensamento adotado at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Pela primeira vez, a China estabeleceu e incluiu no plano quinquenal uma meta obrigat\u00f3ria de redu\u00e7\u00e3o da intensidade energ\u00e9tica, marcando o in\u00edcio dos controles nacionais no setor.&nbsp; De acordo com Wei Han, oficial do programa da ind\u00fastria na <a href=\"http:\/\/www.efchina.org\/Front-Page-en\">Energy Foundation China,<\/a> os participantes da ind\u00fastria interpretaram essa meta como uma mensagem poderosa do governo, incentivando a economia de energia, a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es, a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a promo\u00e7\u00e3o do crescimento econ\u00f4mico verde.<\/p>\n<p>A meta se traduziu em uma redu\u00e7\u00e3o anual estimada de mais de 1,5 bilh\u00e3o de toneladas de emiss\u00f5es de g\u00e1s carb\u00f4nico. Por outro lado, tamb\u00e9m atraiu controv\u00e9rsias. De acordo com relatos, no desespero para cumprir as metas a tempo, as autoridades locais cortaram o abastecimento de energia para f\u00e1bricas, sem\u00e1foros e at\u00e9 mesmo hospitais.<\/p>\n<p>O epis\u00f3dio tamb\u00e9m serviu para demonstrar como os sistemas de responsabiliza\u00e7\u00e3o exigiram, cada vez mais, que os oficiais locais prestassem contas pelo seu desempenho no cumprimento da meta. No final das contas, durante o per\u00edodo do 11\u00ba PQ, a redu\u00e7\u00e3o de intensidade energ\u00e9tica na China ficou apenas um ponto percentual aqu\u00e9m da meta.<\/p>\n<p>A intensidade energ\u00e9tica n\u00e3o limita, por si s\u00f3, o crescimento econ\u00f4mico. Em condi\u00e7\u00f5es de crescimento econ\u00f4mico r\u00e1pido, a exist\u00eancia de uma meta de intensidade n\u00e3o evitar\u00e1 que o consumo de energia continue a aumentar, em termos absolutos. E, pelo fato de a demanda energ\u00e9tica chinesa ser t\u00e3o imensa, controlar a intensidade do crescimento n\u00e3o \u00e9 suficiente para impedir grandes aumentos no consumo de energia. Por isso, em 2016, o governo do pa\u00eds estabeleceu uma meta de consumo total de energia, al\u00e9m das metas de intensidade j\u00e1 existentes, <a href=\"https:\/\/www.chinadialogue.net\/blog\/8728-China-maps-out-development-for-the-next-five-years\/ch\">afirmando<\/a> que \u201co consumo total de energia em 2020 ser\u00e1 de at\u00e9 5 bilh\u00f5es de toneladas equivalentes de carv\u00e3o.\u201d<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8220;No desespero para cumprir as metas a tempo, as autoridades locais cortaram o abastecimento de energia para f\u00e1bricas, sem\u00e1foros e at\u00e9 mesmo hospitais.&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Mesmo assim, algumas pessoas envolvidas na ind\u00fastria declararam que a meta n\u00e3o era radical o suficiente. A presen\u00e7a de um teto de consumo de energia, no entanto, se tornou um fator importante no processo decis\u00f3rio dos governos locais e pareceu incentivar ainda mais uma transi\u00e7\u00e3o para setores com maior rentabilidade por unidade de energia consumida \u2013 em outras palavras, a ind\u00fastria de alta tecnologia.<\/p>\n<h2>Fiscais da energia<\/h2>\n<p>Para garantir que os \u201climites estritos\u201d n\u00e3o sejam s\u00f3 da boca para fora, \u00e9 necess\u00e1rio haver uma \u201cfiscaliza\u00e7\u00e3o estrita\u201d. Lado a lado com funcion\u00e1rios respons\u00e1veis pela economia de energia em cada empresa, o governo tamb\u00e9m estabeleceu um sistema de fiscaliza\u00e7\u00e3o dessas pr\u00e1ticas junto aos governos provinciais, municipais e at\u00e9 mesmo a algumas subdivis\u00f5es administrativas menores, montando \u00f3rg\u00e3os e equipes de fiscaliza\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>Wei Han explica que os sistemas estabelecidos ao longo dos per\u00edodos do 11\u00ba e 12\u00ba Planos Quinquenais est\u00e3o come\u00e7ando a tomar forma. S\u00e3o eles: medidas para fechar f\u00e1bricas pequenas e ineficientes; o Programa 1.000 Maiores Empresas de efici\u00eancia energ\u00e9tica industrial, que fomentou avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos significativos nas grandes empresas; e os Dez Projetos Chave para Conserva\u00e7\u00e3o de Energia, incluindo projetos de ilumina\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e combina\u00e7\u00e3o de aquecimento com energia (cogera\u00e7\u00e3o). Hoje, os oficiais s\u00e3o respons\u00e1veis por verificar o desempenho das empresas na economia de energia, procurando equipamentos desatualizados que deveriam ser trocados e verificando se as cotas est\u00e3o sendo cumpridas.<\/p>\n<p>A <a href=\"http:\/\/energy.people.com.cn\/n1\/2018\/0312\/c71661-29862034.html\">vis\u00e3o da ind\u00fastria<\/a> \u00e9 que o sistema promove, de fato, a implanta\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de economia energ\u00e9tica, prote\u00e7\u00e3o ambiental e desenvolvimento verde, al\u00e9m de acelerar melhorias e desenvolvimento de alta qualidade no setor industrial da China. Ele tamb\u00e9m far\u00e1 muito no sentido de fomentar o desenvolvimento dos setores de tecnologia de baixo consumo e de prote\u00e7\u00e3o ambiental no pa\u00eds.<\/p>\n<h2>O papel dos subs\u00eddios na economia de energia<\/h2>\n<p>Os subs\u00eddios governamentais t\u00eam sido pe\u00e7a-chave na promo\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia energ\u00e9tica. No per\u00edodo do 11\u00ba PQ, a China investiu um total de 846,6 bilh\u00f5es de yuan (US$135 bilh\u00f5es) em economia de energia e redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es, sendo que 149,7 bilh\u00f5es de yuan (US$23,7 bilh\u00f5es) vieram do governo central. O investimento total aumentou 2,4 vezes durante o 12\u00ba PQ, para mais de 2.000 bilh\u00f5es de yuan (US$317 bilh\u00f5es), incluindo cerca de 220 bilh\u00f5es de yuan (US$34 bilh\u00f5es) investidos pelo governo central, principalmente na forma de subs\u00eddios para melhorias redutoras do consumo de energia.<\/p>\n<p>Em Shanghai em 2017, por exemplo, as empresas industriais receberam 600 yuan (US$95) em subs\u00eddios para cada tonelada equivalente de carv\u00e3o economizada por ano (at\u00e9 um limite de 5 milh\u00f5es de yuan e at\u00e9 30% do custo total do projeto). Altos subs\u00eddios financeiros vindos de diferentes n\u00edveis do governo cumpriram um papel importante, de \u201ccapital semente\u201d, para garantir o cumprimento das metas de economia de energia estabelecidas no 11\u00ba e 12\u00ba Plano Quinquenal.<\/p>\n<div class='cdo-shortcode--image'><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"highcharts-iframe\" style=\"border: 0; width: 100%; height: 425px;\" src=\"https:\/\/cloud.highcharts.com\/embed\/BJPKw6W1X\/\" width=\"300\" height=\"150\"><span data-mce-type=\"bookmark\" style=\"display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;\" class=\"mce_SELRES_start\">\ufeff<\/span><\/iframe><\/p>\n<p><\/div>\n<p>O Minist\u00e9rio da Fazenda e o NDRC tamb\u00e9m realizaram testes extensivos de pol\u00edticas para a economia de energia e redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es, nos quais 30 cidades receberam entre 400 e 600 milh\u00f5es de yuan (US$65-95 milh\u00f5es) por ano, durante tr\u00eas anos, para financiar inova\u00e7\u00f5es em setores econ\u00f4micos de baixo carbono, transporte limpo, constru\u00e7\u00f5es verdes e uso escalonado de energias renov\u00e1veis.<\/p>\n<h2>Brasil: Poucos incentivos para economizar<\/h2>\n<p>Em 2001, o governo brasileiro imp\u00f4s um per\u00edodo de racionamento de eletricidade por conta da forte estiagem que se instalara sobre a na\u00e7\u00e3o fortemente dependente da energia hidrel\u00e9trica. A experi\u00eancia ajudou a colocar a efici\u00eancia energ\u00e9tica na agenda nacional. Os brasileiros, at\u00e9 ent\u00e3o acostumados com energia em abund\u00e2ncia, foram for\u00e7ados a reduzir o consumo, cortar excessos e eliminar o desperd\u00edcio. At\u00e9 esse momento, as preocupa\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria com a efici\u00eancia eram fortemente ligadas ao custo-benef\u00edcio econ\u00f4mico, e as empresas avaliavam o n\u00edvel de investimento necess\u00e1rio para reduzir o consumo causado pela inefici\u00eancia.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Sorge, da empresa \u00c1gora Energia, acredita que a falta de financiamento imp\u00f5e uma barreira contra melhorias de efici\u00eancia nas ind\u00fastrias brasileiras. A principal fonte de cr\u00e9dito das empresas do pa\u00eds \u00e9 o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES). \u201c\u00c9 dif\u00edcil encontrar fontes de financiamento&#8221;, ele diz.<\/p>\n<p>O BNDES tem uma linha de financiamento para projetos de energia renov\u00e1vel e efici\u00eancia energ\u00e9tica, o Fundo de Energia Sustent\u00e1vel. Em 2017, esses projetos receberam R$8,2 bilh\u00f5es (US$2,5 bilh\u00f5es) em recursos. Al\u00e9m do BNDES, no entanto, n\u00e3o existem outras linhas de cr\u00e9dito. A falta de op\u00e7\u00f5es de financiamento significa que muitos projetos nunca saem do papel, diz Sorge. Ele acrescenta que \u00e9 insuficiente diagnosticar onde h\u00e1 desperd\u00edcio de energia e quais a\u00e7\u00f5es s\u00e3o necess\u00e1rias para fazer melhorias.<\/p>\n<p>De acordo com Andr\u00e9 Lucena, professor de planejamento energ\u00e9tico na Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE-UFRJ), quando os empreendedores avaliam os custos de oportunidade do capital (o custo de investir em determinadas \u00e1reas no lugar de outras) e as condi\u00e7\u00f5es de financiamento, eles encontram poucos incentivos para economizar energia.<\/p>\n<p>O Greenpeace Brasil concorda. O custo da substitui\u00e7\u00e3o de tecnologias ineficientes e a falta de conhecimento das empresas sobre os benef\u00edcios de longo prazo s\u00e3o significativos, afirmou a organiza\u00e7\u00e3o em um relat\u00f3rio publicado em 2016, intitulado <a href=\"http:\/\/greenpeace.org.br\/revolucao\/\">[R]evolu\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica<\/a>. O documento pede leil\u00f5es de efici\u00eancia energ\u00e9tica e a elimina\u00e7\u00e3o progressiva de tecnologias obsoletas, al\u00e9m de padr\u00f5es mais rigorosos e vinculantes para o uso racional da energia pelas ind\u00fastrias. Medidas como a incorpora\u00e7\u00e3o de elementos com efici\u00eancia energ\u00e9tica no c\u00f3digo brasileiro de obras, por exemplo, tamb\u00e9m seriam bem-vindas nesse contexto, diz Lucena.<\/p>\n<p>Um estudo recente da EPE reconhece a necessidade de uma mobiliza\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida rumo ao uso racional de energia:<\/p>\n<p>\u201cAinda existem barreiras que impedem a dissemina\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia energ\u00e9tica, como a baixa prioridade dada pelas empresas e pelos consumidores aos projetos de efici\u00eancia, a falta de conhecimento sobre o potencial e as medidas de efici\u00eancia, a falta de informa\u00e7\u00f5es e dados, a falta de confian\u00e7a nos reais custos e benef\u00edcios das a\u00e7\u00f5es pr\u00f3-efici\u00eancia, os modelos de neg\u00f3cios para investimentos em efici\u00eancia e a resist\u00eancia a mudan\u00e7as\u201d.<\/p>\n<h2>Implanta\u00e7\u00e3o na China<\/h2>\n<p>Na China, algumas regi\u00f5es implantaram pol\u00edticas que determinavam pre\u00e7os diferenciados, punitivos ou escalonados para a eletricidade. As empresas com alto consumo e que n\u00e3o cumpriam os padr\u00f5es m\u00ednimos pagavam pre\u00e7os punitivos pelo seu abastecimento el\u00e9trico, enquanto a tabela de pre\u00e7os escalonada foi imposta aos fabricantes de concreto e alum\u00ednio, o que significou um aumento de custos proporcional ao aumento do consumo de eletricidade.<\/p>\n<div class='cdo-shortcode--image'><\/p>\n<div class=\"mceTemp\"><\/div>\n<p><figure id=\"attachment_18476\" aria-describedby=\"caption-attachment-18476\" style=\"width: 1000px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-18476 size-article-inline-wide\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2018\/05\/Benxi_Steel_Industries-1000x667.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"667\"><figcaption id=\"caption-attachment-18476\" class=\"wp-caption-text\">Benxi Steel Industries, Lioaning (imagem:<a href=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/8\/85\/Benxi_Steel_Industries.jpg\"> Andreas Habich)<\/a><\/figcaption><\/figure><\/p>\n<p><\/div>\n<p>De acordo com Wei Han, em entrevista ao <em>Di\u00e1logo Chino<\/em>, a press\u00e3o vinda tanto do governo central quanto das autoridades locais significou que mais empresas se tornaram sujeitas a pol\u00edticas mais duras. Esses esfor\u00e7os foram os maiores j\u00e1 vistos no mundo, e as metas, as mais ambiciosas.<\/p>\n<p>De acordo com esse sistema, por meio de subs\u00eddios o governo poderia decidir quais tecnologias de economia energ\u00e9tica seriam promovidas e qual n\u00edvel de apoio seria fornecido. As empresas interessadas poderiam solicitar o subs\u00eddio e, se aprovadas, fazer as mudan\u00e7as. Depois disso, o governo verificaria a implanta\u00e7\u00e3o e desembolsaria o recurso.<\/p>\n<p>A partir de 2013, esse m\u00e9todo \u2013 caracterizado por interven\u00e7\u00e3o governamental e grandes subs\u00eddios \u2013 come\u00e7ou a mudar. Naquele ano, o Comit\u00ea Central decidiu, em confer\u00eancia plen\u00e1ria, \u201cacelerar a transforma\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es do governo\u201d: reduzindo, na medida do poss\u00edvel, a microgest\u00e3o governamental e garantindo que os poderes retidos fossem exercidos de forma padronizada e eficiente.<\/p>\n<p>Com o recuo do governo, os mecanismos de mercado dever\u00e3o gradualmente assumir as r\u00e9deas e direcionar as reformas da ind\u00fastria chinesa em busca da economia de energia.<\/p>\n<h2>As limita\u00e7\u00f5es da economia de energia ao estilo chin\u00eas<\/h2>\n<p>O governo da China tem indicado forte apoio \u00e0 economia de energia desde a d\u00e9cada de 1980, e Sorge acredita que a exist\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas fortes teria import\u00e2ncia igualmente cr\u00edtica no Brasil. Ele compara a efici\u00eancia energ\u00e9tica com a microgera\u00e7\u00e3o, especialmente pelos pain\u00e9is solares de teto. Trata-se de uma op\u00e7\u00e3o que tem crescido rapidamente no Brasil nos \u00faltimos anos, especialmente nas resid\u00eancias, mas tamb\u00e9m e cada vez mais em pequenas ind\u00fastrias e empreendimentos, gra\u00e7as \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o de normas emitidas pela Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (ANEEL) em 2012, incentivando a sua instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas o n\u00edvel de apoio oferecido pelo governo chin\u00eas tamb\u00e9m tem desvantagens. Alguns alertam que os recursos t\u00eam fomentado a redu\u00e7\u00e3o do consumo de energia em v\u00e1rias empresas sider\u00fargicas, de concreto e de alum\u00ednio \u2013 setores fortemente competitivos, nos quais os subs\u00eddios governamentais enfraquecer\u00e3o o papel da concorr\u00eancia de mercado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a implanta\u00e7\u00e3o e a fiscaliza\u00e7\u00e3o dessas pol\u00edticas podem ser bastante custosas.&nbsp; Por exemplo, o governo exige que as empresas subsidiadas passem por auditorias externas. No entanto, durante a implanta\u00e7\u00e3o, os oficiais locais e provinciais j\u00e1 realizam verifica\u00e7\u00f5es, sem contar aquelas feitas pelas autoridades nacionais das \u00e1reas de economia energ\u00e9tica e finan\u00e7as, bem como a fiscaliza\u00e7\u00e3o pelo Escrit\u00f3rio Nacional de Auditoria. Algumas empresas se queixam de j\u00e1 terem tido que passar por at\u00e9 sete auditorias ou inspe\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2>Sucesso replic\u00e1vel?<\/h2>\n<p>A campanha chinesa pela economia de energia tem tomado rumos diferentes para quem promove as energias renov\u00e1veis e os ve\u00edculos el\u00e9tricos, mas os resultados t\u00eam sido os mesmos. A governan\u00e7a ao estilo chin\u00eas, de cima para baixo, bem como a interven\u00e7\u00e3o governamental na economia e a capacidade de pagar altos subs\u00eddios, constru\u00edram uma base para transforma\u00e7\u00f5es de baixo carbono, que t\u00eam atra\u00eddo aten\u00e7\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que esses setores se expandem rapidamente, no entanto, os processos de aprova\u00e7\u00e3o e inspe\u00e7\u00e3o pelo governo, bem como os dispendiosos subs\u00eddios, se tornam pouco sustent\u00e1veis. Nos anos recentes, o governo chin\u00eas j\u00e1 cortou v\u00e1rios desses subs\u00eddios e, conforme aumenta a efici\u00eancia energ\u00e9tica das ind\u00fastrias, ficar\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil continuar reduzindo o consumo de energia nesse setor.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os avan\u00e7os da China podem se tornar cada vez mais marginais, mas os outros pa\u00edses em desenvolvimento devem ficar atentos mesmo assim, pois essas mudan\u00e7as s\u00e3o parte de uma transi\u00e7\u00e3o generalizada da economia que cria novos desafios para a ind\u00fastria ao aumentar os custos da inefici\u00eancia energ\u00e9tica e buscar \u201cupgrades\u201d nos setores com maior valor agregado \u2013 e, em muitos casos, mais limpos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os est\u00e1gios iniciais dos programas de efici\u00eancia energ\u00e9tica na China podem ter come\u00e7ado pelas alternativas mais f\u00e1ceis de se implantar, mas mesmo isso exigiu fortes est\u00edmulos e fiscaliza\u00e7\u00e3o governamental, o que ent\u00e3o se tornou um fator decisivo na postura das ind\u00fastrias quanto ao consumo e desperd\u00edcio de energia. Conforme as pol\u00edticas evolu\u00edram no sentido de incorporar os mecanismos de mercado, elas tamb\u00e9m passaram a promover a ideia de que ind\u00fastrias com uso menos intensivo de energia podem trazer novos benef\u00edcios e oportunidades.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Se o Brasil quiser avan\u00e7ar alguns passos na mesma trajet\u00f3ria tomada pela China em tempos recentes, ele deve criar as condi\u00e7\u00f5es para que ind\u00fastrias antigas, novas e futuras enfrentem o desafio da efici\u00eancia energ\u00e9tica. Quando isso acontecer, essas empresas ser\u00e3o incentivadas a mudar a percep\u00e7\u00e3o antiquada de que investir em efici\u00eancia energ\u00e9tica n\u00e3o vale o pre\u00e7o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os avan\u00e7os da China na efici\u00eancia deve-se as mudan\u00e7as econ\u00f4micas, e tamb\u00e9m ao pensamento<\/p>\n","protected":false},"author":40000225,"featured_media":50018480,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[50039922],"tags":[50040146,50029775,50040234,50040113],"hashtags":[],"country":[50003526,50003528],"class_list":["post-50011158","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-energia","tag-industria","tag-politicas-publicas","tag-subsidios","tag-transicao-energetica-pt-br","country-brasil-pt-br","country-china-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.0 (Yoast SEO v26.0) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Como alcan\u00e7ar o sucesso da China em efici\u00eancia energ\u00e9tica? 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