{"id":50012418,"date":"2018-11-22T05:10:39","date_gmt":"2018-11-22T05:10:39","guid":{"rendered":"https:\/\/stage.dialogochino.net\/?p=12418"},"modified":"2023-09-25T15:56:52","modified_gmt":"2023-09-25T14:56:52","slug":"12442-arvore-chinesa-e-planta-non-grata-na-colombia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/natureza\/12442-arvore-chinesa-e-planta-non-grata-na-colombia\/","title":{"rendered":"\u00c1rvore chinesa \u00e9 \u2018planta non grata\u2019 na Col\u00f4mbia"},"content":{"rendered":"<p>As abundantes flores de colora\u00e7\u00e3o violeta e um aroma delicado elevaram a \u00e1rvore-princesa ou o kiri japon\u00eas, origin\u00e1ria da China, \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de favorita entre jardineiros e paisagistas. Mas cientistas e autoridades na Am\u00e9rica Latina est\u00e3o assustados com a novidade, e consideram a planta uma verdadeira amea\u00e7a ao meio ambiente local.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma semana a Col\u00f4mbia recomendou que se declarasse esta frondosa \u00e1rvore, com o nome cient\u00edfico de\u00a0<em>Paulownia tomentosa<\/em>, como de \u201calto risco de invas\u00e3o\u201d. Ainda s\u00e3o poucos os esp\u00e9cimes plantados no pa\u00eds, mas a decis\u00e3o preventiva j\u00e1 gera preocupa\u00e7\u00e3o em agricultores que a cultivam para a ind\u00fastria madeireira.<\/p>\n<h2>A longa vida da \u00e1rvore-princesa<\/h2>\n<p>Os cientistas colombianos temem que o kiri japon\u00eas seja uma potente bomba de efeito retardado. A \u00e1rvore cresce com impressionante rapidez, produz milhares de sementes que se dispersam ao vento, e seus galhos podem reproduzir novas \u00e1rvores, al\u00e9m de brotarem com facilidade depois de um inc\u00eandio.<\/p>\n<p>As vantagens a transformam em uma esp\u00e9cie incomum, que prolifera em territ\u00f3rios alterados como pastos e margens de rios. Mas isso tamb\u00e9m significa que a \u00e1rvore-princesa \u00e9 uma planta muito dif\u00edcil de ser controlada.<\/p>\n<p>H\u00e1 dois meses, o Comit\u00ea Nacional de Esp\u00e9cies Ex\u00f3ticas Invasoras do governo colombiano, respons\u00e1vel por avaliar os riscos das esp\u00e9cies n\u00e3o nativas que chegam a este que \u00e9 o segundo pa\u00eds com maior biodiversidade do mundo, concluiu que \u00e9 melhor evitar sua prolifera\u00e7\u00e3o para n\u00e3o lamentar depois.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio do Meio Ambiente adotou a recomenda\u00e7\u00e3o do comit\u00ea depois que tr\u00eas de seus integrantes \u2013 dois institutos cient\u00edficos estatais e a maior universidade p\u00fablica do pa\u00eds \u2013 apresentaram recomenda\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas alertando sobre a \u00e1rvore de folhas pilosas em forma de cora\u00e7\u00e3o e cuja fruta \u00e9 uma\u00a0c\u00e1psula ovalada que dispara milhares de min\u00fasculas sementes voadoras.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o existem not\u00edcias de grandes popula\u00e7\u00f5es selvagens ou cultivos do kiri japon\u00eas na Col\u00f4mbia, diferente do Brasil, Argentina e Paraguai, onde foi\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cabi.org\/isc\/datasheet\/39100\">introduzido<\/a>\u00a0na d\u00e9cada de 1950. Mas o governo colombiano optou pela cautela. As advert\u00eancias mais contundentes v\u00eam dos Estados Unidos, onde \u2013depois de ser introduzida em meados do s\u00e9culo XIX- a \u00e1rvore \u00e9\u00a0<a href=\"https:\/\/www.invasive.org\/weedcd\/pdfs\/wgw\/princesstree.pdf\">considerada hoje uma esp\u00e9cie invasora<\/a>\u00a0em doze estados.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 triste detectar os efeitos das esp\u00e9cies invasoras quando j\u00e1 ocorreram\u201d, diz a ecologista Carolina Castellanos, uma das cientistas do Instituto de Pesquisa de Recursos Biol\u00f3gicos Alexander von Humboldt, que\u00a0<a href=\"http:\/\/repository.humboldt.org.co\/bitstream\/handle\/20.500.11761\/34225\/E1-2017-035262%20MADS.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y\">avaliou o risco do kiri<\/a>. \u201cO ideal \u00e9 pensar de modo preventivo, para evitar que aconte\u00e7am.\u201d<\/p>\n<p>Ap\u00f3s analisar a informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica dispon\u00edvel em outros pa\u00edses, o Humboldt\u00a0<a href=\"http:\/\/repository.humboldt.org.co\/bitstream\/handle\/20.500.11761\/34225\/E1-2017-035262%20MADS.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y\">concluiu<\/a>\u00a0que esta \u00e1rvore \u2013 que come\u00e7a a ser encontrada em cultivos florestais na Col\u00f4mbia e cujas sementes s\u00e3o vendidas livremente na internet \u00a0\u2013 representa um risco significativo para o pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cO princ\u00edpio deve ser a precau\u00e7\u00e3o: se a esp\u00e9cie possui caracter\u00edsticas biol\u00f3gicas que fazem dela uma invasora, como a rapidez de sua estrat\u00e9gia reprodutiva, \u00e9 recomend\u00e1vel trat\u00e1-la com mais cuidado\u201d, explica Dairon C\u00e1rdenas, pesquisador do herb\u00e1rio do Instituto Amaz\u00f4nico de Pesquisas Cient\u00edficas Sinchi e um dos bot\u00e2nicos mais reconhecidos do pa\u00eds. Seu instituto, o mais importante da Amaz\u00f4nia, respaldou outra opini\u00e3o da Universidade Nacional no mesmo sentido.<\/p>\n<div class='cdo-shortcode--image'><\/p>\n<p><figure id=\"attachment_20897\" aria-describedby=\"caption-attachment-20897\" style=\"width: 3359px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20897 size-full\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2018\/11\/Chinese-empress-tree.jpg\" alt=\"flores lil\u00e1s\" width=\"3359\" height=\"2216\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-20897\" class=\"wp-caption-text\">Por su flor lila fragante, el \u00e1rbol kiri se convirti\u00f3 en un favorito de jardines. Imagen:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.flickr.com\/photos\/109690096@N08\/27126451377\/in\/photolist-Hk59Vx-26z2XLf-Mc5K8Y-LiL4PZ-KDec24-28etzjN-29fBH6Y-P22htR-22KS9ye-4KmHGP-pjCNJB-aMk78X-6uVEKZ-eg3wgf-DvxzwX-U4DRxy-9iFKPA-aH5ALB-aCRyqB-5mrDJw-6wUN59-KcGDp-k5TLD6-7TpLm2-aMJ6Cn-7XZQBQ-k7RWp9-3Qu1ki-cY5WBo-7WiLDw-k5Wo99-34Tkk-34Tkm-zJjjoK-SVttuH-bFebMY-5mrCZq-6uVD48-qY5pVD-UoPbyf-pdht97-6k58fZ-z5TuYK-ehDwJt-DVMvYz-5mrDgm-6MByqf-4Kr4CY-6o7yyz-2amgZzq\">Matthew Beziat<\/a><\/figcaption><\/figure><\/p>\n<p><div class='cdo-shortcode--image'><\/div><\/p>\n<h2>A luta contra as esp\u00e9cies invasoras<\/h2>\n<p>H\u00e1 uma d\u00e9cada, a Col\u00f4mbia vem tentando controlar as esp\u00e9cies invasoras que mais causam estragos nas florestas e mares do pa\u00eds, incluindo o peixe-le\u00e3o, a formiga-louca, o caramujo-gigante-africano, a r\u00e3-touro-americana e o camar\u00e3o-tigre-gigante.<\/p>\n<p>\u201cMuitas vezes acreditamos que introduzir uma esp\u00e9cie de fora \u00e9 uma boa ideia, mas temos antes que mensurar quais s\u00e3o seus potenciais efeitos negativos e o que pode ocorrer se prosperam. Devemos refletir sobre a capacidade que possu\u00edmos, como pa\u00eds, para lidar com esp\u00e9cies ex\u00f3ticas\u201d, ressaltou Mar\u00eda Piedad Baptiste, uma bi\u00f3loga do Instituto Humboldt especialista em invasoras.<\/p>\n<p>Um exemplo de como esp\u00e9cies de fora podem ser negativas ou positivas \u00e9 o tojo, um arbusto lenhoso de flores amarelas e muito ramificado, espinhoso, quase impenetr\u00e1vel,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.academia.edu\/1011559\/EFECTO_DEL_RETAMO_ESPINOSO_ULEX_EUROPAEUS_SOBRE_LAS_AVES_DE_BORDE_EN_UN_BOSQUE_ALTOANDINO\">trazido \u00e0 Col\u00f4mbia<\/a>\u00a0do Mediterr\u00e2neo, no come\u00e7o do s\u00e9culo XX, para reflorestar zonas pedregosas com grandes eros\u00f5es. Um s\u00e9culo mais tarde, a planta\u00a0<a href=\"https:\/\/www.academia.edu\/1011559\/EFECTO_DEL_RETAMO_ESPINOSO_ULEX_EUROPAEUS_SOBRE_LAS_AVES_DE_BORDE_EN_UN_BOSQUE_ALTOANDINO\">colonizou os bosques alto-andinos<\/a>\u00a0e, inclusive, fixou-se nas bordas dos terrenos onde nascem quase todos os rios do pa\u00eds, incluindo os que alimentam a bacia amaz\u00f4nica. Algo semelhante aconteceu com o eucalipto, plantado\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cerrosdebogota.org\/bibliotecavirtual\/estudiosytesis\/assets\/unasmontanasalserviciodebogota.pdf\">amplamente desde 1915<\/a>\u00a0para restaurar a cobertura florestal das ent\u00e3o nuas montanhas que cercam Bogot\u00e1 e que n\u00e3o permite que outras esp\u00e9cies cres\u00e7am ao seu redor.<\/p>\n<blockquote><p>As esp\u00e9cies invasoras s\u00e3o um vetor de perda da biodiversidade, junto com o desmatamento ou a polui\u00e7\u00e3o<\/p><\/blockquote>\n<p>No caso do kiri japon\u00eas, sua hist\u00f3ria mostra como impactos ambientais herdados do colonialismo europeu ainda s\u00e3o sentidos centenas de anos depois. Foram marinheiros holandeses da Companhia Holandesa das \u00cdndias Orientais \u2013 que era o bra\u00e7o comercial da frota mercante que povoou a Indon\u00e9sia e manteve rotas comerciais por toda a \u00c1sia \u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.invasive.org\/weedcd\/pdfs\/wgw\/princesstree.pdf\">que levaram suas sementes \u00e0 Europa<\/a>\u00a0em 1830 e o popularizaram como \u00e1rvore ornamental. (Entretanto, por raz\u00f5es ainda inexplic\u00e1veis, seu nome cient\u00edfico e seus nomes populares\u00a0<a href=\"https:\/\/www.wood-database.com\/paulownia\/\">fazem refer\u00eancia<\/a>\u00a0\u00e0 princesa russa Ana Pavlovna, neta da czarina Catarina, a Grande).<\/p>\n<p>\u201cAs esp\u00e9cies invasoras s\u00e3o um vetor de perda da biodiversidade, junto com o desmatamento ou a polui\u00e7\u00e3o\u201d, analisa a ecologista Carolina Castellanos, que tamb\u00e9m trabalha com esp\u00e9cies invasoras no Instituto Humboldt. \u201cE por v\u00e1rias raz\u00f5es: porque destroem outras esp\u00e9cies nativas, porque ocupam o espa\u00e7o de outras esp\u00e9cies com estrat\u00e9gias agressivas de crescimento populacional ou porque transmitem doen\u00e7as.\u201d<\/p>\n<p><div class='cdo-shortcode--image'><\/div><\/p>\n<p><figure id=\"attachment_20900\" aria-describedby=\"caption-attachment-20900\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20900 size-full\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2018\/11\/Kiris-valle-del-cauca.jpg\" alt=\"fileira de plantas altas com grandes folhas verdes\" width=\"700\" height=\"523\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-20900\" class=\"wp-caption-text\"><span lang=\"pt\">Andr\u00e9s Ardila plantou 20.000 kiris no Valle del Cauca como madeira. <\/span>Imagem: <a href=\"http:\/\/www.agropaucol.com\/\">Agropaucol<\/a><\/figcaption><\/figure><\/p>\n<p><\/div>\n<h2>Madeira ou ecossistemas?<\/h2>\n<p>Inicialmente a paulownia real ganhou fama como \u00e1rvore decorativa, mas sua r\u00e1pida expans\u00e3o est\u00e1 hoje vinculada ao seu valor comercial: sua madeira estriada e de cor clara, dur\u00e1vel e, tamb\u00e9m, f\u00e1cil de esculpir, \u00e9 muito apreciada na fabrica\u00e7\u00e3o de m\u00f3veis finos e instrumentos musicais.<\/p>\n<p>Seu maior atrativo, por\u00e9m, \u00e9 poder alcan\u00e7ar uma altura de 15 a 18 metros em apenas cinco anos, enquanto outras, t\u00e3o valorizadas quanto ela, como a madeira de teca (<em>Tectona<\/em>\u00a0<em>grandis L<\/em>.), demoram d\u00e9cadas. \u201cParece um bast\u00e3o no primeiro ano, um guarda-chuva aos tr\u00eas e pode ser cortada em pranchas aos cinco anos\u201d, \u00e9\u00a0<a href=\"http:\/\/www.agropaucol.com\/\">o slogan com que a promove<\/a>\u00a0a Agropaucol, uma das empresas que tem planta\u00e7\u00f5es agroflorestais de kiri japon\u00eas na Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>Mesmo n\u00e3o havendo muitos cultivos, a decis\u00e3o do governo colombiano de limitar seu com\u00e9rcio poderia criar um conflito entre o setor ambiental e o agropecu\u00e1rio. Se o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente teme que a esp\u00e9cie possa fugir ao controle de quem a cultiva, os empres\u00e1rios rurais querem evitar a perda do dinheiro investido.<\/p>\n<p>\u201cSe h\u00e1 algu\u00e9m que est\u00e1 sofrendo, somos n\u00f3s. Nossas vendas de mudas e brotos ca\u00edram 85% nos \u00faltimos tr\u00eas meses. Tivemos que devolver valores em dinheiro que estavam consignados\u201d, conta Andr\u00e9s Ardila, fundador da Agropaucol, que tem\u00a0<a href=\"http:\/\/colombia-inn.com.co\/en-colombia-ya-se-cultiva-la-paulownia-el-arbol-mas-rentable-del-mundo\/\">20 mil \u00e1rvores plantadas<\/a>\u00a0em suas terras em Jamund\u00ed (Vale do Cauca).<\/p>\n<p>Ardila teme que seu investimento, que ele estima em 200 mil d\u00f3lares, possa estar em risco com a resolu\u00e7\u00e3o do governo. Para ele, o atrativo do kiri japon\u00eas \u00e9 permitir uma negocia\u00e7\u00e3o agroflorestal de r\u00e1pido desenvolvimento e que \u2013 mesmo n\u00e3o sendo uma \u00e1rvore nativa \u2013\u00a0 \u00a0<a href=\"http:\/\/www.agropaucol.com\/\">permite<\/a>\u00a0reflorestar, capturar carbono e recuperar solos degradados. \u00c9 o que permitiu, segundo ele, que hoje existam umas 500 mil \u00e1rvores em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Na verdade, h\u00e1 uma diferen\u00e7a de pontos de vista: enquanto os bi\u00f3logos temem que \u00e1rvore ocupe o espa\u00e7o da flora nativa, ele defende que que ela convia com vegetais comerciais. \u201cSe fosse, realmente, uma invasora, j\u00e1 teria se espalhado por toda a propriedade. Mas a semente cai das \u00e1rvores no solo e n\u00e3o nasce nada porque trabalhamos com um h\u00edbrido. A \u00fanica maneira de multiplic\u00e1-la \u00e9 atrav\u00e9s das ra\u00edzes\u201d, afirma, acrescentando que intercalou o kiri japon\u00eas com outros produtos agr\u00edcolas como v\u00e1rios tipos de pimenta, tomilho e or\u00e9gano.<\/p>\n<div class='cdo-shortcode--image'><\/p>\n<p><figure id=\"attachment_20903\" aria-describedby=\"caption-attachment-20903\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20903 size-full\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2018\/11\/timber-cultivation.jpg\" alt=\"Mudas verdes em um trator\" width=\"700\" height=\"525\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-20903\" class=\"wp-caption-text\"><span lang=\"pt\">Paulownia est\u00e1 ganhando for\u00e7a como uma planta\u00e7\u00e3o de madeira porque cresce muito mais r\u00e1pido do que outras \u00e1rvores de madeira, como a teca.<\/span> Imagem: <a href=\"http:\/\/www.agropaucol.com\/\">Agropaucol<\/a><\/figcaption><\/figure><\/p>\n<p><\/div>\n<p>\u201cEu agi de boa f\u00e9. Comprei sementes certificadas. H\u00e1 mais de dois anos espero, sem sucesso, uma licen\u00e7a de comercializa\u00e7\u00e3o, que deveria ser expedida pela mesma entidade que agora quer proibi-la\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Ele atribui todo o problema a uma disputa legal interposta por uma pessoa contra o governo municipal de Nobsa (em Boyac\u00e1), a quem Ardila vendeu mil mudas pequenas para deter a degrada\u00e7\u00e3o causada pela minera\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o. Inclusive, acaba de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=qQl7vixS2lU&amp;feature=share\">surgir um v\u00eddeo no Youtube<\/a>\u00a0explicando as vantagens da paulownia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do temor de Ardila e de outros empres\u00e1rios florestais, h\u00e1 uma desarmonia dentro do governo em rela\u00e7\u00e3o ao tratamento que deve ser dado \u00e0 planta.<\/p>\n<p>O ICA, ou Instituto Colombiano Agropecu\u00e1rio, autoridade nacional em temas fitossanit\u00e1rios, que Ardila acusa de atrasar sua licen\u00e7a comercial, soltou um comunicado, h\u00e1 tr\u00eas semanas, no qual enfaticamente\u00a0<a href=\"https:\/\/www.revistaagrollanos.com\/2018\/10\/31\/especie-vegetal-bajo-la-lupa-de-las-autoridades-ambientales\/\">proibiu a importa\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0da \u00e1rvore, at\u00e9 que sejam feitos estudos cient\u00edficos sobre seu comportamento, por\u00e9m o texto misteriosamente foi apagado de sua p\u00e1gina (ainda que v\u00e1rios portais regionais o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.revistaagrollanos.com\/2018\/10\/31\/especie-vegetal-bajo-la-lupa-de-las-autoridades-ambientales\/\">tenham reproduzido<\/a>).<\/p>\n<p>Mesmo entre as autoridades ambientais regionais que s\u00e3o, em \u00faltima an\u00e1lise, respons\u00e1veis por controlar as esp\u00e9cies invasoras, as posi\u00e7\u00f5es s\u00e3o antag\u00f4nicas. A de Santander\u00a0<a href=\"http:\/\/www.cdmb.gov.co\/web\/ciudadano\/prensa\/noticias\/item\/4699-la-paulownia-una-especie-con-multiples-beneficios-para-el-ambiente\">anunciava<\/a>\u00a0com orgulho, em maio, um piloto de cultura de kiri japon\u00eas e\u00a0<a href=\"http:\/\/www.cdmb.gov.co\/web\/ciudadano\/prensa\/noticias\/item\/4699-la-paulownia-una-especie-con-multiples-beneficios-para-el-ambiente\">o qualificava<\/a>\u00a0como \u201cideal nos processos de reflorestamento\u201d, quando o governo nacional j\u00e1 havia solicitado aos seus institutos cient\u00edficos avaliar seu risco. Outra delas, do Huila,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cam.gov.co\/1519-alertan-sobre-riesgo-de-invasi%C3%B3n-de-especie-de-flora-introducida-en-colombia.html\">recomendou tacitamente<\/a>\u00a0\u201cn\u00e3o semear este tipo de esp\u00e9cies e informar-se nos setores de meio ambiente dos munic\u00edpios, ou nas associa\u00e7\u00f5es profissionais, para que as esp\u00e9cies plantadas sejam nativas e contribuam para a conectividade ambiental da regi\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Os bi\u00f3logos assinalam outra contradi\u00e7\u00e3o. \u201cPor que n\u00e3o investimos como Estado em pacotes tecnol\u00f3gicos para tantas esp\u00e9cies de madeiras nativas?\u201d pergunta Mar\u00eda Piedad Baptiste. Esse investimento em ci\u00eancia e tecnologia, argumenta, permitiria entender como cultivar esp\u00e9cies como o ip\u00ea-amarelo (<em>Tabebuia<\/em><em>ochracea<\/em>), o carvalho colombiano (<em>Quercus<\/em><em>humboldtii<\/em>\u00a0), o guaiaco ou guaiacum (<em>Guaiacum officinale<\/em>\u00a0), que j\u00e1 s\u00e3o parte dos ecossistemas colombianos.<\/p>\n<p>\u201cNa realidade, o risco n\u00e3o \u00e9 a esp\u00e9cie, mas o c\u00e9rebro humano: somos n\u00f3s que criamos o espa\u00e7o para que uma esp\u00e9cie se converta em invasora e depois \u00e9 muito dif\u00edcil elimin\u00e1-la\u201d, disse Edgar Linares, professor da Universidade Nacional, que tamb\u00e9m passou quatro meses avaliando os antecedentes do kiri japon\u00eas.<\/p>\n<p>\u201cPor raz\u00f5es econ\u00f4micas, importamos esp\u00e9cies que transformam nossa paisagem, mas depois quem vai pagar por esses efeitos indesejados? Esse custo vai ser repassado aos colombianos\u201d, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Popular entre paisagistas, kiri japon\u00eas \u00e9 considerado amea\u00e7a por cientistas e autoridades<\/p>\n","protected":false},"author":40000225,"featured_media":50015754,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[50039940],"tags":[50003593,50029627,50003594],"hashtags":[],"country":[50003532],"class_list":["post-50012418","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-natureza","tag-biodiversidade","tag-conservacao","tag-desmatamento","country-colombia-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.0 (Yoast SEO v26.0) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>\u00c1rvore chinesa \u00e9 \u2018planta non grata\u2019 na Col\u00f4mbia | Dialogue 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