{"id":50038005,"date":"2020-10-22T20:58:11","date_gmt":"2020-10-22T19:58:11","guid":{"rendered":"https:\/\/stage.dialogochino.net\/?p=38005"},"modified":"2022-07-25T20:19:33","modified_gmt":"2022-07-25T19:19:33","slug":"37976-china-e-america-latina-dependencia-no-seculo-xxi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/negocios\/37976-china-e-america-latina-dependencia-no-seculo-xxi\/","title":{"rendered":"China e Am\u00e9rica Latina: depend\u00eancia no s\u00e9culo XXI?"},"content":{"rendered":"<p>Nos anos 1960, alguns estudiosos estavam frustrados com suposi\u00e7\u00f5es de que as economias e sociedades latino-americanas acabariam se desenvolvendo e se tornando &#8220;modernas&#8221;, assim como os pa\u00edses ricos. Por isso, eles criaram a teoria de que havia uma din\u00e2mica de <em>depend\u00eancia<\/em> entre os dois grupos h\u00e1 s\u00e9culos \u2013 e que isso impedia o desenvolvimento dos pa\u00edses pobres.<\/p>\n<p>Os te\u00f3ricos da depend\u00eancia afirmavam que desde a integra\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica Latina na economia mundial capitalista no s\u00e9culo XVI, principalmente como exportador de commodities, seu destino estava nas m\u00e3os das elites, situadas tanto no &#8220;n\u00facleo&#8221; industrializado como em seus pr\u00f3prios pa\u00edses &#8220;perif\u00e9ricos&#8221;. A Europa representou o primeiro centro e, ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos emergiram como o poder hegem\u00f4nico global.<\/p>\n<p>A teoria da depend\u00eancia fez importantes contribui\u00e7\u00f5es para o estudo das rela\u00e7\u00f5es internacionais, especialmente pelo chileno Enzo Faletto e pelo brasileiro Fernando Henrique Cardoso, que mais tarde se tornaria o presidente do seu pa\u00eds. No entanto, ela caiu em desgra\u00e7a nas d\u00e9cadas de 1980 e 1990, quando um consenso sobre a necessidade de mercados abertos e liberalismo pol\u00edtico se espalhou pelo mundo e os cr\u00edticos passaram a condenar a teoria por negar o poder de transforma\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses em desenvolvimento.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-37977\" src=\"https:\/\/dialogue.earth\/content\/uploads\/2020\/10\/dependency-theory-China-Latin-America-in-C21.png\" alt=\"dependency theory China-Latin America in C21 book cover\" width=\"308\" height=\"382\" \/><\/p>\n<p>Mas em seu novo livro <a href=\"https:\/\/www.cambridge.org\/core\/elements\/dependency-in-the-twentyfirst-century\/4FB043E868154E5221AE33BC3370CD7D\"><em>Dependency in the 21 st Century? The Political Economy of China-Latin America Relations <\/em><\/a>(Depend\u00eancia no S\u00e9culo XXI? A Economia Pol\u00edtica das Rela\u00e7\u00f5es China-Am\u00e9rica Latina, em tradu\u00e7\u00e3o livre), Barbara Stallings argumenta que, com a ascens\u00e3o da China, a teoria antiquada pode oferecer outras formas de compreender a rela\u00e7\u00e3o da nova superpot\u00eancia global com a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Stallings, professora da Universidade de Brown nos Estados Unidos, falou com o <em>Di\u00e1logo Chino<\/em> sobre suas raz\u00f5es para revisitar a teoria da depend\u00eancia, por que a grande aposta da China na Venezuela n\u00e3o tem sido t\u00e3o desastrosa quanto parece, e o que as pr\u00f3ximas elei\u00e7\u00f5es americanas significam para as tens\u00f5es geopol\u00edticas que pressionam a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p><strong>Di\u00e1logo Chino [DC]: O que a levou a querer voltar \u00e0 teoria da depend\u00eancia como forma de melhorar nossa compreens\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es China-ALC contempor\u00e2neas?<\/strong><\/p>\n<p>Barbara Stallings [BS]: Recebi um convite dos editores de uma s\u00e9rie de livros curtos da <em>Cambridge University Press<\/em>, chamados <em>Elements<\/em>. A s\u00e9rie em que eu estava envolvida tinha como objetivo ter seus primeiros livros sobre conceitos que se originaram na Am\u00e9rica Latina e viajaram para outras regi\u00f5es. A depend\u00eancia \u00e9 claramente um dos principais candidatos. Eles estavam interessados em rever a literatura sobre depend\u00eancia e ver at\u00e9 que ponto ela \u00e9 \u00fatil hoje em dia. No final das contas, decidi que a depend\u00eancia oferece de fato uma estrutura \u00fatil para olhar a China e a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p><strong>DC: Existe algum exemplo claro de um pa\u00eds latino-americano que tenha uma rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia com a China neste momento?<\/strong><\/p>\n<p>BS: Uma das coisas que eu fiz no livro foi dividir a Am\u00e9rica Latina em dois grupos. Em um grupo, \u00e9 claro que a <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/countries\/venezuela\/\">Venezuela<\/a> \u00e9 o principal exemplo. Ela estava bastante disposta a seguir quaisquer regras que a China colocasse na mesa e assinar acordos nos bastidores, sem transpar\u00eancia.<\/p>\n<blockquote><p>Xi Jinping quer ser t\u00e3o aberto quanto poss\u00edvel para que a China tenha o melhor modelo para os pa\u00edses em desenvolvimento<\/p><\/blockquote>\n<p>Do outro lado, est\u00e3o os pa\u00edses que se orgulham do Estado de direito, dos quais o <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/countries\/chile\/\">Chile<\/a> seria um exemplo. O Chile se orgulhava de ter regras para compras p\u00fablicas. Se, por exemplo, uma empresa chinesa quisesse construir uma ponte, o Chile diria: &#8220;Entre na lista e fa\u00e7a um lance&#8230; Se voc\u00ea ganhar a licita\u00e7\u00e3o, tudo bem. Se voc\u00ea n\u00e3o ganhar, n\u00f3s n\u00e3o precisamos de voc\u00ea&#8221;. Mas recentemente eles tiveram alguns problemas com seu cabo submarino [fibra \u00f3tica], que deveria ir do Chile para a \u00c1sia e ser constru\u00eddo por uma empresa chinesa. Mas, de uma forma ou de outra, eles foram convencidos pelos EUA de que era uma m\u00e1 ideia, e agora uma empresa japonesa vai construir o cabo. A China tamb\u00e9m comprou uma parte da <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/extractive-industries\/15614-the-fight-for-control-of-chiles-lithium-business\/\">principal empresa chilena de l\u00edtio<\/a> e est\u00e1 tentando fazer o Chile exportar l\u00edtio bruto, ou na melhor das hip\u00f3teses refinado, mas certamente nenhuma bateria.<\/p>\n<p><strong>DC: Qu\u00e3o desej\u00e1vel \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia para a China em casos como o da Venezuela? Existe um n\u00edvel \u00f3timo de depend\u00eancia que a China gostaria de ter?<\/strong><\/p>\n<p>BS: Eu acho que a China tinha uma ideia muito diferente quando tudo isso come\u00e7ou com Hugo Ch\u00e1vez. Eles sabiam muito menos sobre a Am\u00e9rica Latina do que sabem hoje. Aqui havia uma grande fonte de petr\u00f3leo \u00e0 qual eles podiam vincular o pagamento da d\u00edvida de uma maneira muito inteligente. Os EUA, por meio do mercado de t\u00edtulos, e a China com os bancos de desenvolvimento, basicamente emprestaram \u00e0 Venezuela a mesma quantia de dinheiro &#8211; 60 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Agora, a exposi\u00e7\u00e3o da China \u00e9 de 20 bilh\u00f5es de d\u00f3lares e a dos EUA \u00e9 de 60 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Um foi mais esperto a\u00ed.<\/p>\n<p>O que os chineses n\u00e3o queriam fazer era entrar em uma <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/trade-investment\/36666-chinas-tweeting-ambassador-inches-closer-to-venezuela\/\">rela\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/a>. Ch\u00e1vez queria arrastar a China para suas manobras antiamericanas. A China viu claramente a vincula\u00e7\u00e3o da Venezuela ao mecanismo &#8220;petr\u00f3leo por dinheiro&#8221; &#8211; e n\u00e3o sei se alguma vez pensaram na palavra depend\u00eancia &#8211; como uma forma de tentar obter algum controle e ter certeza de que conseguiriam seu dinheiro de volta.<\/p>\n<p><strong>DC: Qu\u00e3o comum \u00e9 a teoria da depend\u00eancia no pensamento das institui\u00e7\u00f5es latino-americanas em suas rela\u00e7\u00f5es com parceiros internacionais como a China?<\/strong><\/p>\n<p>BS: O termo depend\u00eancia caiu em descr\u00e9dito nos anos 1990. H\u00e1 algumas pessoas que come\u00e7aram a usar o termo novamente. Mas os formuladores de pol\u00edticas econ\u00f4micas, especialmente, n\u00e3o querem ser vistos pintados de ouro usando o termo depend\u00eancia. Dito isso, a ideia por tr\u00e1s da depend\u00eancia com a qual as pessoas est\u00e3o muito preocupadas \u00e9 at\u00e9 que ponto esses grandes projetos de investimento chineses e a forte depend\u00eancia dos mercados chineses est\u00e3o levando aos mesmos tipos de coisas que costum\u00e1vamos chamar de depend\u00eancia \u2014 que os chineses tenham muito peso na decis\u00e3o sobre que tipo de pol\u00edticas econ\u00f4micas s\u00e3o seguidas e que eles consigam obter as mat\u00e9rias-primas de que precisam, como aconteceu em per\u00edodos anteriores com a Europa e os EUA.<\/p>\n<p>Uma das coisas interessantes s\u00e3o as rela\u00e7\u00f5es pol\u00edticas entre a China e a Am\u00e9rica Latina. Muita gente pensa que \u00e9 principalmente econ\u00f4mica. Concordo que agora \u00e9 principalmente sobre economia, mas acho que \u00e9 \u00fatil tentar olhar para os tipos mais tradicionais de <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/trade-investment\/35646-chinese-ambassadors-in-latin-america-take-to-twitter\/\">rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas<\/a> e at\u00e9 mesmo as rela\u00e7\u00f5es militares. Todas elas se encaixam no que a abordagem de depend\u00eancia de Cardoso e Falletto falava em termos de redes entre os pa\u00edses da ALC e, neste caso, a China, mas antes os EUA e a UE.<\/p>\n<p><strong>DC: No livro voc\u00ea fala destas &#8220;liga\u00e7\u00f5es&#8221; que permitem a forma\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00f5es de depend\u00eancia. O que \u00e9 necess\u00e1rio para que a China e a ALC construam conex\u00f5es de uma forma que n\u00e3o resulte em depend\u00eancia?<\/strong><\/p>\n<p>BS: Existem dois livros brancos chineses [que detalham a pol\u00edtica do pa\u00eds] sobre a Am\u00e9rica Latina. Existem <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/trade-investment\/8136-new-china-white-paper-signals-a-step-forward-in-latin-america\/\">livros brancos<\/a> de algum pa\u00eds latino-americano? Os chineses veem claramente este interc\u00e2mbio como algo que podem administrar. Eles trazem <a href=\"https:\/\/jamestown.org\/program\/chinese-media-and-latin-america-borrowing-a-boat-to-set-sail\/\">jornalistas<\/a> ou estudantes, legisladores ou empres\u00e1rios para a China e mostram o pa\u00eds para eles, as coisas que a China quer que eles vejam. Eles oferecem a narrativa de &#8220;ganha-ganha&#8221; e como eles podem trabalhar juntos. O interc\u00e2mbio \u00e9 uma quest\u00e3o importante aqui.<\/p>\n<p>Quando comecei a dar aulas na China h\u00e1 cinco anos, na Universidade Normal de Beijing, foi em um dos muitos programas em toda a China criados por meio do mecanismo de ajuda estrangeira para trazer estudantes de pa\u00edses em desenvolvimento para fazer um mestrado na China. Eram principalmente estudantes africanos, havia um latino-americano. Eles estiveram l\u00e1 por dois anos com a ideia de que voltariam para seus pa\u00edses e teriam uma vis\u00e3o positiva da China e ajudariam a construir relacionamentos.<\/p>\n<p>Outra coisa que \u00e9 importante s\u00e3o os institutos Conf\u00facio, que os Estados Unidos est\u00e3o tentando fechar por l\u00e1, e em outros lugares, se puderem. Mas a l\u00edngua \u00e9 um dos principais obst\u00e1culos. A China est\u00e1 tentando oferecer treinamento em idiomas a pessoas de pa\u00edses em desenvolvimento. H\u00e1 tamb\u00e9m um n\u00famero crescente de programas latino-americanos em universidades e <em>think-tanks<\/em> na China. Eles est\u00e3o tentando criar expertise do seu lado, e assim como n\u00f3s [os EUA], tentando criar expertise na Am\u00e9rica Latina de um tipo espec\u00edfico.<\/p>\n<p><strong>DC: Os te\u00f3ricos da depend\u00eancia imaginam um sistema de pa\u00edses centrais e perif\u00e9ricos, e a China prev\u00ea e promove uma ordem mundial baseada na multipolaridade. Como estas duas ideias se encaixam?<\/strong><\/p>\n<p>BS: A China realmente imagina \u201cunipolaridade\u201d ou \u201cbipolaridade\u201d. A depend\u00eancia, pelo menos a vers\u00e3o mais sofisticada, tinha em mente o n\u00facleo, a semiperiferia e a periferia. O curso que leciono v\u00ea a China como uma economia asi\u00e1tica bem-sucedida em desenvolvimento e, ao mesmo tempo, um ator global importante que ajuda a moldar o destino de outros, neste caso, a Am\u00e9rica Latina. J\u00e1 em 1949, a China fazia parte da periferia. Ela subiu para a semiperiferia e agora est\u00e1 tentando chegar ao n\u00facleo. O contraste entre a renda per capita da China e seu PIB agregado \u00e9 a melhor demonstra\u00e7\u00e3o desta vers\u00e3o de duas cabe\u00e7as da China na economia mundial. Eles abandonaram o [mantra] de Deng Xiaoping &#8220;seja modesto e esconda suas inten\u00e7\u00f5es&#8221;, e agora Xi Jinping quer ser t\u00e3o aberto quanto poss\u00edvel para que a China tenha o melhor modelo para os pa\u00edses em desenvolvimento.<\/p>\n<p><strong>DC: O consenso sobre a necessidade de governos abertos e de livre com\u00e9rcio foi apoiado por institui\u00e7\u00f5es financeiras sediadas em Washington. Como voc\u00ea v\u00ea as mudan\u00e7as que a China tem feito na arquitetura financeira para o desenvolvimento global na Am\u00e9rica Latina?<\/strong><\/p>\n<p>BS: Uma das coisas realmente interessantes sobre isso \u00e9 que se os EUA e o Ocidente, de modo mais geral, tivessem sido mais acolhedores com a China, nenhuma das institui\u00e7\u00f5es [novas iniciadas na China] existiria, provavelmente. Eu estava por acaso <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/uncategorised\/25282-venezuela-crisis-touches-down-in-china\/\">na reuni\u00e3o<\/a> do Banco Interamericano de Desenvolvimento [BID] quando os chineses pensaram que estavam comprando a\u00e7\u00f5es, apenas para serem informados: &#8220;N\u00e3o, vamos vende-las para a Coreia&#8221;.<\/p>\n<p>Os chineses estavam furiosos. Eles fizeram um ataque incrivelmente amargo ao BID porque n\u00e3o conseguiram entrar da forma como esperavam. De maneira semelhante, se n\u00f3s [os EUA] estiv\u00e9ssemos dispostos a aumentar suas a\u00e7\u00f5es no FMI e no Banco Mundial, ent\u00e3o quem sabe se o <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/infrastructure\/33575-can-latin-americas-first-aiib-member-learn-from-past-mistakes\/\">AIIB<\/a> e o <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/en\/infrastructure\/31731-brics-turns-ten\/\">banco BRICS<\/a> existiriam mesmo? A China est\u00e1 criando uma nova arquitetura financeira global? Acho que est\u00e1 mais interessada nas rela\u00e7\u00f5es bilaterais. Ela quer afirmar que est\u00e1 assumindo o manto do multilateralismo desde que Trump o abandonou.<\/p>\n<p><strong>DC: Que tipo de mudan\u00e7as no relacionamento da China com a Am\u00e9rica Latina voc\u00ea prev\u00ea se um novo presidente dos Estados Unidos for eleito no dia 4 de novembro?<\/strong><\/p>\n<p>BS: Eu espero mudan\u00e7as moderadas, mais em termos de estilo do que em subst\u00e2ncia. Uma das poucas coisas em que a esquerda e a direita concordam nos EUA \u00e9 que est\u00e3o contra a China &#8211; que precisam tomar uma posi\u00e7\u00e3o mais dura. Biden pode at\u00e9 mesmo ser empurrado a assumir uma posi\u00e7\u00e3o mais dura do que a que tem agora. Ele tem tentado resistir a isso. N\u00e3o haver\u00e1 uma grande mudan\u00e7a em termos de sermos mais amig\u00e1veis com a China.<\/p>\n<p>O que eu acho que pode acontecer \u00e9 que haver\u00e1 uma mudan\u00e7a de estilo. Provavelmente, os Estados Unidos deixar\u00e3o de tentar maltratar os pa\u00edses da ALC, como o [secret\u00e1rio de Estado Mike] Pompeo tem feito com seu &#8220;A China \u00e9 um ator horr\u00edvel, querendo prejudicar a todos voc\u00eas&#8221;. Isto se deve em parte ao fato de que a Am\u00e9rica Latina voltar\u00e1 ao lugar onde estava sob a administra\u00e7\u00e3o Obama &#8211; o que n\u00e3o \u00e9 muito importante.\u00a0Eles podem voltar \u00e0 ideia de que a China pode ajudar os pa\u00edses latino-americanos a crescer, porque eles realmente v\u00e3o precisar dela agora. No melho cen\u00e1rio, ser\u00e1 uma neglig\u00eancia mais benigna. O sistema de press\u00e3o a que o Trump voltou, semelhante aos maus velhos tempos, se n\u00e3o desaparecer por completo, pelo menos se tornar\u00e1 muito menos aparente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos anos 1960, alguns estudiosos estavam frustrados com suposi\u00e7\u00f5es de que as economias e sociedades latino-americanas acabariam se desenvolvendo e se tornando &#8220;modernas&#8221;, assim como os pa\u00edses ricos. 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