{"id":50048474,"date":"2021-11-16T17:45:36","date_gmt":"2021-11-16T17:45:36","guid":{"rendered":"https:\/\/stage.dialogochino.net\/?p=48474"},"modified":"2023-03-13T18:37:58","modified_gmt":"2023-03-13T18:37:58","slug":"48446-pecuaria-argentina-horizonte-sustentavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dialogue.earth\/pt-br\/clima\/48446-pecuaria-argentina-horizonte-sustentavel\/","title":{"rendered":"Pecu\u00e1ria argentina busca horizonte mais sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em tempos de crise clim\u00e1tica e com mercados internacionais atr\u00e1s de alimentos com sustentabilidade garantida e verific\u00e1vel, a pecu\u00e1ria argentina busca melhorar seus n\u00edveis de produtividade e rastreabilidade como forma de diminuir seu impacto ambiental.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pecu\u00e1ria contribui com 20,7% dos gases de efeito estufa da Argentina, que s\u00e3o principalmente causados pelas emiss\u00f5es da fermenta\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica bovina \u2014 um processo da digest\u00e3o do boi do qual se expele um subproduto do metano. As emiss\u00f5es da pecu\u00e1ria perdem apenas para o setor de energia, com 54%.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">T\u00e9cnicos e analistas de mercado argumentam que o setor argentino pode se tornar neutro ou mesmo com impacto positivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para isso, pedem uma revis\u00e3o das metodologias utilizadas para calcular as emiss\u00f5es da Argentina e que o carbono capturado em campos e pastagens \u2014 que servem de base \u00e0 maior parte da produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria do pa\u00eds \u2014 seja contabilizado a favor do setor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Isso, no entanto, \u00e9 questionado por \u00f3rg\u00e3os ambientais, que apontam a <a href=\"https:\/\/www.vidasilvestre.org.ar\/nuestro_trabajo\/que_hacemos\/nuestra_solucion\/cambiar_forma_vivimos\/conducta_responsable\/bosques\/_cual_es_el_problema_\/\">pecu\u00e1ria como a atividade respons\u00e1vel pelo desmatamento<\/a> nas prov\u00edncias do norte do pa\u00eds, principalmente a partir de 2010. Ainda h\u00e1 um longo caminho a percorrer para que a atividade seja classificada como sustent\u00e1vel, disse o Greenpeace.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As florestas, assim como os p\u00e2ntanos, s\u00e3o importantes reservat\u00f3rios de di\u00f3xido de carbono, um dos principais gases causadores do aquecimento global.&nbsp; Mundialmente, estima-se que <a href=\"https:\/\/www.vidasilvestre.org.ar\/nuestro_trabajo\/que_hacemos\/nuestra_solucion\/cambiar_forma_vivimos\/conducta_responsable\/bosques\/_cual_es_el_problema_\/\">cerca de 20%<\/a> das emiss\u00f5es globais s\u00e3o provenientes do desmatamento.<\/span><\/p>\n<h2>Pecu\u00e1ria na Argentina<\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Argentina tem cerca de 52 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado, segundo <a href=\"http:\/\/www.ipcva.com.ar\/vertext.php?id=2389)\">dados<\/a> do Instituto da Promo\u00e7\u00e3o da Carne Bovina Argentina (IPCVA, em espanhol).&nbsp; S\u00e3o cerca de 130,8 mil fazendas dedicadas \u00e0 pecu\u00e1ria, segundo o \u00faltimo Censo Agropecu\u00e1rio Nacional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O relat\u00f3rio \u201c<a href=\"https:\/\/cna2018.indec.gob.ar\/\">Carne Argentina, carne sustent\u00e1vel<\/a>\u201d, publicado este ano pelo IPCVA, especifica que mais da metade do rebanho bovino est\u00e1 concentrado nas prov\u00edncias de Buenos Aires, C\u00f3rdoba e Santa F\u00e9, a principal regi\u00e3o agr\u00edcola da Argentina. As pastagens nessa regi\u00e3o s\u00e3o a base de mais de 50% da produ\u00e7\u00e3o de carne do pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<div class='block--pullout-stat block--pullout-stat--float cd-shortcode--factbox'>\n                <p class='block--pullout-stat__title'>52 milh\u00f5es<\/p>\n                <div class='block--pullout-stat__content'>\n                    <br \/>\n\u00c9 a estimativa de cabe\u00e7as de gado na Argentina<br \/>\n\n                <\/div>\n            <\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Argentina produziu cerca de <a href=\"http:\/\/ciccra.com.ar\/\">3,17 milh\u00f5es de toneladas<\/a> de carne em 2020, das quais 900,7 mil toneladas foram exportadas, 75% para a China.&nbsp; Neste ano, nos primeiros tr\u00eas meses \u2014 mesmo com <a href=\"http:\/\/stage.dialogochino.net\/pt-br\/agricultura-pt-br\/46552-com-alta-de-precos-argentina-amplia-proibicao-de-exportacao-de-carne-bovina\/\">cinco meses de limites e proibi\u00e7\u00f5es<\/a> \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es \u2014 a China continuou sendo o principal destino, com 109 mil toneladas, seguida de Israel com 11 mil toneladas e do Chile com 8.300 toneladas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Adrian Bifaretti \u00e9 engenheiro agr\u00f4nomo e chefia o departamento dom\u00e9stico do IPCVA.&nbsp; Em sua opini\u00e3o, existem mercados de exporta\u00e7\u00e3o \u201cmaduros\u201d em termos de sustentabilidade, como o europeu ou, em parte, o americano, onde a demanda por determinados padr\u00f5es \u201c\u00e9 cada vez mais forte\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por\u00e9m, ao n\u00edvel do mercado interno argentino, que consome 70% da carne produzida, esse perfil de consumo ainda n\u00e3o est\u00e1 estabelecido. \u201cAlguns mercados internacionais est\u00e3o exigindo padr\u00f5es ambientais, mas por enquanto os compradores argentinos n\u00e3o est\u00e3o pedindo isso\u201d, disse Pablo Preliasco, diretor do programa de pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel da Funda\u00e7\u00e3o Vida Silvestre Argentina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na China, o fortalecimento das tend\u00eancias de consumo sustent\u00e1vel \u00e9 impulsionado pelas gera\u00e7\u00f5es mais jovens, que se preocupam tanto com a rastreabilidade quanto com os padr\u00f5es de seguran\u00e7a alimentar. A faixa et\u00e1ria de 20 a 29 anos \u00e9 a que mostra <a href=\"https:\/\/www.oneplanetnetwork.org\/sites\/default\/files\/en_report_on_consumer_awareness_and_behavior_change_in_sustainable_consumption_in_china-final.pdf\">mais interesse<\/a> nisso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Fernando Vilella, diretor do programa de agroneg\u00f3cio e alimentos da Universidade de Buenos Aires (UBA), embora o percentual da popula\u00e7\u00e3o chinesa que demanda carne de alta qualidade ainda seja pequeno, o surgimento de jovens consumidores mais exigentes pode mudar o cen\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cIsso exige uma resposta em nossas exporta\u00e7\u00f5es de gado, que devem avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 certifica\u00e7\u00e3o e rastreabilidade desses produtos\u201d, afirmou Vilella. \u201cA pecu\u00e1ria deve construir uma marca nacional associada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de baixo impacto ambiental\u201d.<\/span><\/p>\n<h2>Desmatamento e m\u00e1s pr\u00e1ticas<\/h2>\n<p>Organiza\u00e7\u00f5es ambientais apontam a pecu\u00e1ria como o principal motor do \u201cnovo\u201d desmatamento na Argentina, concentrado em quatro prov\u00edncias do norte: Formosa, Salta, Santiago del Estero e Chaco.<\/p>\n<p>Hern\u00e1n Giardini, coordenador da campanha florestal do Greenpeace, explica: \u201cHoje, a pecu\u00e1ria \u00e9 a principal causa do desmatamento no pa\u00eds e, desde 2010, mais terras foram desmatadas com gado do que com soja. Quando olhamos para os pedidos de desmatamento no Gran Chaco, h\u00e1 mais para a pecu\u00e1ria do que para a agricultura\u201d.<\/p>\n<blockquote><p>A pecu\u00e1ria \u00e9 a principal causa do desmatamento, assim como a soja era na d\u00e9cada de 1990 e in\u00edcio de 2000<\/p><\/blockquote>\n<p>O Greenpeace apontou outros problemas ambientais, incluindo aqueles associados \u00e0 carne de boi sem confinamento. Eles argumentam que a alimenta\u00e7\u00e3o animal est\u00e1 ligada a safras geneticamente modificadas e outras pr\u00e1ticas insustent\u00e1veis, como o confinamento de animais e a contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e do solo.<\/p>\n<p>\u201cA pecu\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 sustent\u00e1vel na Argentina na maioria dos casos. \u00c9 mentira que n\u00e3o gera desmatamento\u201d, disse Giardini. \u201cAtualmente \u00e9 a principal causa do desmatamento, assim como a soja era na d\u00e9cada de 1990 e in\u00edcio de 2000\u201d.<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/argentina\/campanas\/bosques\/\">relat\u00f3rio anual de 2020<\/a> do Greenpeace sobre o desmatamento no norte da Argentina menciona que, na \u00faltima d\u00e9cada, essa pr\u00e1tica \u201cfoi a principal fonte de emiss\u00f5es de carbono no norte da Argentina\u201d. O documento afirma que em 2019 foram desmatados 80.938 hectares. Em 2020, ano da pandemia, essa \u00e1rea cresceu para 114.716 hectares, com emiss\u00f5es de mais de 20 milh\u00f5es de toneladas de CO2 equivalente.<\/p>\n<p>Observadores podem, no entanto, se animar com os an\u00fancios feitos na c\u00fapula do clima da ONU, a COP26, em Glasgow, incluindo a <a href=\"https:\/\/ukcop26.org\/glasgow-leaders-declaration-on-forests-and-land-use\/\">Declara\u00e7\u00e3o dos L\u00edderes de Glasgow sobre Florestas e Uso da Terra<\/a> \u2014 da qual a Argentina foi signat\u00e1ria \u2014 que promete deter e reverter a perda florestal at\u00e9 2030. Em outros lugares, oito institui\u00e7\u00f5es financeiras prometeram US$ 3 bilh\u00f5es em financiamento para a produ\u00e7\u00e3o de gado livre de desmatamento na Am\u00e9rica do Sul, no \u00e2mbito da iniciativa <a href=\"https:\/\/www.tropicalforestalliance.org\/assets\/IFACC_Press-Release_TFA.pdf\">Finan\u00e7as Inovadoras para a Amaz\u00f4nia, Cerrado e Chaco<\/a> (Ifacc).<\/p>\n<h2>Emiss\u00f5es s\u00e3o um problema-chave<\/h2>\n<p>A pecu\u00e1ria da Argentina est\u00e1 preparada para atender aos novos padr\u00f5es do mercado de exporta\u00e7\u00e3o? De acordo com Bifaretti do IPCVA, a resposta \u00e9 positiva.<\/p>\n<p>\u201cNosso sistema de pastagem natural tem grande capacidade de armazenar carbono e, se medido corretamente, mais \u00e9 armazenado do que emitido\u201d, afirma Bifaretti. \u201cEsta \u00e9 uma luta por sentido e comunica\u00e7\u00e3o que a pecu\u00e1ria nacional deve lutar com respaldo cient\u00edfico\u201d.<\/p>\n<p>Para o setor de pecu\u00e1ria da Argentina, o principal argumento para questionar seu suposto n\u00edvel de emiss\u00f5es baseia-se no fato de que a maior parte da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em pastagens naturais, e n\u00e3o em \u00e1reas desmatadas. As pastagens argentinas, segundo o especialista do IPCVA, t\u00eam uma quantidade de carbono armazenada no solo equivalente ao que o pa\u00eds emite em 74 anos.<\/p>\n<p>O carbono se acumula como mat\u00e9ria org\u00e2nica no solo e pode permanecer l\u00e1 por at\u00e9 centenas de anos. As pastagens contribuem para isso em grande parte por meio da abundante quantidade de ra\u00edzes que produzem. Dessa forma, eles podem remover o carbono da atmosfera, sequestrando-o no solo, e ajudar a mitigar o aquecimento global.<\/p>\n<p>\u201cContabilizar o sequestro de carbono do setor, e n\u00e3o apenas suas emiss\u00f5es, \u00e9 essencial para mudar a imagem da pecu\u00e1ria e at\u00e9 mesmo passar para um balan\u00e7o positivo. H\u00e1 uma batalha cient\u00edfica que o setor deve travar\u201d, disse Bifaretti.<\/p>\n<p>Os pa\u00edses em desenvolvimento s\u00e3o obrigados a enviar seus invent\u00e1rios de gases de efeito estufa \u00e0 ONU a cada dois anos, com base em m\u00e9todos sugeridos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC).<\/p>\n<p>H\u00e1 um consenso no mundo cient\u00edfico sobre esses m\u00e9todos. No entanto, a melhor forma de estimar o sequestro de carbono por florestas e pastagens ainda est\u00e1 em debate. \u00c9 justamente essa diverg\u00eancia que abre o debate sobre a pecu\u00e1ria.<\/p>\n<blockquote><p>Contabilizar o sequestro de carbono do setor, e n\u00e3o apenas suas emiss\u00f5es, \u00e9 essencial para mudar a imagem da pecu\u00e1ria<\/p><\/blockquote>\n<p>Em artigo publicado em 2019, um grupo de pesquisadores argentinos concluiu que a capacidade de sequestro de carbono das pastagens est\u00e1 subestimada nos invent\u00e1rios, e que essas terras est\u00e3o de fato gerando um<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0048969719301470#:~:text=Average%20figures%20from%20both%20methods,emissions%20of%20non%2Drural%20sectors.\"> excedente de carbono<\/a> \u2014 o que significa que as emiss\u00f5es produzidas pelos animais s\u00e3o potencialmente compensadas pela quantidade de carbono que as pastagens sequestram.<\/p>\n<p>Miguel Taboada, um dos autores do artigo, argumenta que as pastagens armazenam carbono em profundidades maiores do que os 30 cent\u00edmetros que o IPCC reconhece. Tamb\u00e9m existe carbono na biomassa das ra\u00edzes das plantas de pastagem, algo que tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 considerado pela metodologia do IPCC.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma discuss\u00e3o t\u00e9cnica ou mesmo acad\u00eamica que, infelizmente, para alguns, se tornou uma disputa pol\u00edtica. \u00c9 v\u00e1lido discutir isso\u201d, acrescentou Taboada.<\/p>\n<p>Para V\u00edctor Tonelli, analista e consultor do mercado pecu\u00e1rio, existe um distanciamento entre o que o consumidor europeu percebe e a realidade do sistema argentino, em que, segundo ele, \u201co animal passa 85% da vida ao ar livre em campos com consumo m\u00e9dio que n\u00e3o ficam abaixo de 90% de grama\u201d. Foi sugerido que vacas alimentadas com pasto t\u00eam uma pegada de carbono menor do que aquelas alimentadas com gr\u00e3os, ao estimular o sequestro de carbono do solo por meio da pastagem, embora isso continue <a href=\"https:\/\/www.carbonbrief.org\/grass-fed-beef-will-not-help-tackle-climate-change\">contestado<\/a>.<\/p>\n<p>Para defensores como Tonelli, \u201ch\u00e1 falta de trabalhos cient\u00edficos publicados em peri\u00f3dicos internacionais, falta de conscientiza\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os governamentais e falta de melhor comunica\u00e7\u00e3o\u201d sobre as emiss\u00f5es do pastoreio. Ele acrescentou que esse foi um dos motivos para a cria\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/macs.com.ar\/\">Mesa Redonda Argentina de Carne Sustent\u00e1vel<\/a> h\u00e1 quatro anos.<\/p>\n<h2>Convers\u00e3o de florestas e rastreabilidade<\/h2>\n<p>Segundo Preliasco, da Funda\u00e7\u00e3o Vida Silvestre, completar o caminho para uma produ\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1vel n\u00e3o exige grandes investimentos por parte dos produtores. \u201cExceto por alguns casos que trabalham com desmatamento ou com uma convers\u00e3o de terras muito grande, a maior parte da produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria [na Argentina] j\u00e1 \u00e9 sustent\u00e1vel, e o maior volume de produ\u00e7\u00e3o de carne j\u00e1 pode ser denominado como livre de desmatamento com facilidade\u201d, disse o especialista.<\/p>\n<p>Sobre a rastreabilidade, Tonelli mencionou que, embora \u201csempre haja espa\u00e7o para melhorias\u201d, a Argentina tem um sistema s\u00f3lido. \u201c\u00c9 um bom sistema, mas precisamos digitaliz\u00e1-lo para reduzir erros, torn\u00e1-lo mais r\u00e1pido e obter c\u00f3digos QR nas embalagens para o consumidor\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o IPCVA reconhece que ainda h\u00e1 muito espa\u00e7o para melhorias em termos de quilos por animal e por hectare. \u201cSe a tecnologia for aprimorada, as emiss\u00f5es por unidade de produto ser\u00e3o reduzidas, mas ainda h\u00e1 uma lacuna tecnol\u00f3gica a ser preenchida\u201d, disse Bifaretti, para quem isso n\u00e3o exigiria grandes investimentos. O que \u00e9 necess\u00e1rio mais do que esse insumo, diz ele, \u00e9 melhorar o manejo dos pastos.<\/p>\n<p>Para Preliasco, a prioridade \u00e9 parar o desmatamento e a convers\u00e3o de ecossistemas e focar nos n\u00fameros do estoque: \u201cNa Argentina, n\u00e3o aumentamos o estoque de gado h\u00e1 d\u00e9cadas. Uma pol\u00edtica de longo prazo poderia manter os n\u00edveis atuais para n\u00e3o aumentar as emiss\u00f5es\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Setor tem uma das maiores emiss\u00f5es de gases de efeito estufa da Argentina, mas quer reduzir impacto aumentando a produtividade e rastreabilidade<\/p>\n","protected":false},"author":3882,"featured_media":50048469,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[50039924,50039920],"tags":[50003594,50040185,50029727],"hashtags":[],"country":[50003524],"class_list":["post-50048474","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos","category-clima","tag-desmatamento","tag-metano","tag-pecuaria","country-argentina-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.0 (Yoast SEO v26.0) - 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